As cheias de fevereiro no Rio Tejo destruíram parcialmente a construção ilegal, situada em plena margem do rio Tejo, na aldeia de Caneiras, junto a Santarém, que há vários anos era utilizada como restaurante.
Apesar do espaço não ter licenciamento e de a obra ter sido embargada pela Câmara Municipal de Santarém, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que gere os terrenos em regime hídrico, nunca conseguiu resolver o problema, que agora assume novas proporções com a ruína de parte do espaço, incluindo o muro de suporte, que caiu para o leito do rio, e várias chapas e placas de madeira, que foram arrastadas pela cheia.
Como a Rede Regional avançou há mais de um ano, em fevereiro de 2025, as primeiras irregularidades foram detetadas em 2021 e, de então para cá, foram várias as queixas e denúncias quer à APA, quer à autarquia, quer ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR.
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Uma resposta
Um espaço onde já tive o privilégio de ouvir bom fado à beira rio, o Tejo, que maravilha!
Ao município fica o apelo para a resolução da situação, para bem de todos que gostamos deste espaço, como partilha de bons momentos, como ribatejanos que somos.
Ao proprietário, Sr. Cosme deixo uma palavra de solidariedade pelo acontecimento da últimas cheias. E um agradecimento pela simpatia com que sempre nos recebe!