O cantor popular Miguel Bravo, detido pela Polícia Judiciária em junho de 2024, antes de um concerto na localidade de Porto Alto, no concelho de Benavente, foi condenado esta segunda-feira, 8 de junho, a quatro anos e meio de prisão com pena suspensa, por vários crimes de abuso sexual de crianças e pornografia de menores agravado.
Conhecido por participar num programa televisivo de talentos, o cantor viu o Tribunal de Évora dar como provados todos os crimes constantes na acusação, isto após o arguido ter confessado integralmente os factos durante o julgamento.
Miguel Bravo foi assim condenado por quatro crimes de pornografia de menores agravados e três de abuso sexual de crianças, de que foram vítimas duas raparigas, na altura dos factos com 13 e 15 anos.
A presidente do coletivo destacou, na leitura do acórdão, o “respaldo familiar” do arguido, o não ter voltado a contactar as vítimas nem outras menores e ter manifestado arrependimento.
Miguel Bravo, que, à data dos factos, tinha 21 anos, foi ainda condenado a pagar 500 euros a uma das vítimas e à pena acessória de proibição de confiança de menores durante cinco anos.
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