A Unidade Local de Saúde (ULS) Estuário do Tejo garante que “não existe qualquer evidência de um surto de campilobacteriose” na região, “ou qualquer informação que aponte para essa possibilidade, não havendo, por isso, qualquer motivo de preocupação para a população”.
A ULS confirma que registou, no mês de maio, dois diagnósticos de campilobacteriose: uma criança de 2 meses, residente em Vila Franca de Xira, que esteve hospitalizada tendo tido alta entretanto e outra, de 10 meses, residente no concelho de Alenquer, que se encontra hospitalizada para vigilância clínica. No entanto, em ambas as situações, foram seguidos os procedimentos clínicos indicados para os respetivos diagnósticos.
“Através dos inquéritos epidemiológicos realizados, não foi identificado qualquer vínculo epidemiológico entre os episódios notificados, não existindo qualquer evidência de surto institucional, ou outro, como creches ou contactos próximos entre as crianças referenciadas” garante a Unidade Local de Saúde.
A transmissão de campilobacteriose ocorre predominantemente por via fecal-oral, habitualmente associada ao consumo de alimentos contaminados, água contaminada ou contacto com superfícies/manipulação inadequada.
Os sintomas de febre, diarreia e, em alguns casos, sangue nas fezes são inespecíficos e podem ocorrer em múltiplas situações clínicas, nomeadamente gastroenterites víricas frequentes em idade pediátrica.






























