Em 225, a Unidade Local de Saúde (ULS) Médio Tejo registou um total de 5.054 dádivas de sangue, asseguradas por 3.841 dadores, que permitiram responder às necessidades assistenciais de 1.761 doentes da região.
Os números foram divulgados pela própria ULS Médio Tejo, que acrescenta que, ao longo do ano, 2.369 pessoas realizaram uma dádiva benévola de sangue nos três hospitais da ULS Médio Tejo.
A partir das dádivas realizadas, foi possível produzir 6.106 componentes sanguíneos, “incluindo concentrados de eritrócitos, plaquetas e plasma. Deste total, 4 230 componentes foram efetivamente transfundidos, assegurando resposta clínica em serviços com elevado consumo, como os Serviços de Urgência, Cuidados Intensivos, Ortopedia, Medicina Interna e Oncologia”, explica a ULS.
A dádiva de sangue é maioritariamente assegurada por adultos em idade ativa, com particular destaque para os dadores entre os 45 e os 65 anos e entre os 25 e os 44 anos, sendo que os jovens entre os 18 e os 24 anos registaram um ligeiro aumento, representando cerca de 10,5% do total de dadores, “um valor ainda reduzido que reforça a importância da renovação geracional”.
“O sangue não se fabrica e não se substitui. Depende exclusivamente da generosidade das pessoas, dadores de sangue benévolos. Cada dádiva é uma decisão que salva vidas, muitas vezes de forma silenciosa, mas absolutamente determinante”, lembra Sandra Sousa, Diretora do Serviço de Imunohemoterapia da ULS Médio Tejo.
































