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Polícia confirma agressões entre alunos em frente à Escola Secundária do Cartaxo

Agressão terá ocorrido no exterior da escola

ATUALIZADA ÀS 12H45

O Comando Distrital da PSP de Santarém confirmou esta quarta-feira, 22 de abril, à Rede Regional, a ocorrência de agressões entre um grupo de 5 alunos, com idades entre os 15 e os 17 anos, e um outro aluno de 14 anos, todos estudantes na Escola Secundária do Cartaxo.

Segundo a PSP, as agressões ocorreram cerca das 13h20 de segunda-feira, 20 de abril, e terão sido motivadas por uma situação ocorrida dias antes, em que a agora vítima, durante uma visita de estudo, terá agredido a irmã de um dos cinco agressores.

A menina terá ficado com marcas da agressão e o irmão, juntamente com os amigos, terá feito uma espécie de ajuste de contas esta segunda-feira.

A PSP confirmou ainda ao nosso jornal que participou dos factos ilícitos ao Tribunal de Família e Menores e à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) do Cartaxo, que agora tomarão conta da ocorrência.

Como a Rede Regional avançou esta manhã, o caso foi denunciado publicamente pela concelhia do Partido Socialista do Cartaxo, que deu conta de uma “agressão bárbara” junto à Escola Secundária do Cartaxo, e manifestou o seu “profundo pesar e a mais firme condenação perante a agressão grave de que foi vítima” um jovem estudante”.

Segundo o comunicado do PS, “as imagens divulgadas são chocantes e revelam um ato de violência absolutamente inaceitável, no qual um aluno foi brutalmente agredido por um grupo de colegas, enquanto se encontrava no chão totalmente indefeso”.

A Rede Regional tentou ter acesso, sem sucesso, às imagens da agressão, que aconteceu no exterior da escola, mas que terá sido vista por outros alunos e funcionários do estabelecimento de ensino.

Nas redes sociais, e em comentário à denúncia do PS, alguém que se identifica como mãe do jovem que foi agredido, mas cuja identidade o nosso jornal não conseguiu confirmar, apesar de várias tentativas de contacto, diz que o filho “está em casa com dores e completamente abalado psicologicamente, enquanto os agressores continuam a sua vida normalmente”.

“Nenhuma criança merece passar por isto. Espero sinceramente que sejam tomadas medidas concretas e urgentes para que isto nunca mais aconteça, nem com o meu filho nem com outra criança”, refere a alegada mãe da criança.

Perante a gravidade da situação, o Partido Socialista diz que irá solicitar, com carácter de urgência, uma reunião com as forças de segurança do concelho e com a direção do Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita, no sentido de avaliar o ocorrido e reforçar medidas que previnam e combatam este tipo de comportamentos.

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