Na mensagem que dirigiu aos associados, Oliveira e Sousa referiu “que continuará a trabalhar, como até agora, com o mesmo empenho e vigor, na dignificação e valorização dos agricultores e da agricultura em Portugal, uma dimensão que ganha importância acrescida atendendo ao atual contexto da pandemia”.
De acordo com o responsável, “a agricultura foi um dos motores da recuperação económica da crise que julgávamos ter deixado para trás. A agricultura, no passado recente, contribuiu para a dinamização das exportações e criação líquida de emprego, assumindo-se como um parceiro do desenvolvimento sustentável e da inovação”.
“Nos próximos três anos, continuaremos a trabalhar para que as instituições públicas e o poder político permitam à agricultura libertar o seu potencial económico, através de uma agenda focada no racional aproveitamento dos fundos comunitários”, acrescentou.
Como organização socioprofissional agrícola, a CAP agrupa cerca de 250 organizações de todo o país.
A confederação assumiu, a partir de 1986, a representação de Portugal junto da Comissão Europeia, em Bruxelas, onde mantém uma delegação permanente, sendo membro do COPA, organização de cúpula das Organizações Agrícolas da União Europeia.































