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Operação de demolição da Central do Pego levanta dúvidas ao PCP

O deputado Alfredo Maia, do PCP, questionou recentemente o Governo, através da Ministra do Ambiente e Energia, sobre a operação de demolição da Central do Pego, em Abrantes. As dúvidas do deputado surgem depois de, a 19 de fevereiro, a empresa Tejo Energia ter tornado público que iria dar-se início à demolição da antiga central termoelétrica do Pego, situada em Abrantes, numa operação prevista para um período de três anos.

Segundo a empresa, “a intervenção terá como objetivo repor os terrenos às suas condições de base, garantindo a devolução em plena segurança e conformidade ambiental“, e, ainda, que as torres de refrigeração, com 116 metros de altura, e a chaminé, com 225 metros, “serão demolidas na fase final através do uso controlado de explosivos”.

O deputado quer agora saber se a demolição, e consequente tratamento complementar dos solos e dos materiais removidos inertes e outros, constituirá uma operação de regeneração completa destinada fazer retornar o solo a sua condição rústica original?

Alfredo Maia questiona ainda se os grupos turboalternadores, que serão removidos durante o processo de desmonte da central, poderão vir a significar, quando forem vendidos no mercado internacional, uma receita para a Tejo Energia estimada em que montante?

“O terreno em apreciação, que ficará disponível depois de devidamente reabilitado até às suas “condições de base naturais”, e que se estima ter cerca de 290 hectares – descontando cerca de 7 ha que continuam ocupados pela CCCGN –, poderá vir a ser a ser utilizado pela Tejo Energia para produção de eletricidade com base em FER, designadamente fotovoltaica, bem como para a instalação de grandes acumuladores eletroquímicos e unidades de produção

de hidrogénio?”, questiona também o eleito do PCP, que quer também saber, entre outras questões, qual a perspetiva do Governo sobre o processo de venda realizado pela REN à ENDESA?

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