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Direção dos Bombeiros Torrejanos fala em “fraude fiscal” de meio milhão de euros

A direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos (AHBVT) saiu esta terça-feira, 30 de janeiro, “em defesa do bom nome da Associação, e sobretudo na salvaguarda da integridade dos profissionais e voluntários”, repudiando “a corrente de desinformação que neste momento grassa na opinião pública”, e denunciando “uma eventual «fraude fiscal» na ordem de meio milhão de euros”.

Em comunicado, a direção da AHBVT refere que “a recente convocatória de Assembleia Geral Extraordinária que visa destituir a direção da associação em funções, só pode ter por escopo, fazer ocultar uma eventual «fraude fiscal» na ordem de meio milhão de euros, apurada pela atual direção e alertada pelo concelho fiscal à anterior direção da associação desde há anos, naturalmente apontada às gestões anteriores que tinham como presidente da direção, Arnaldo Santos”.

Segundo o mesmo documento, “a atual direção, após a sua tomada de posse, ao tomar conhecimento de tais ilegalidades, procurou restabelecer toda a legalidade e impor condutas de rigor e transparência na gestão, que está e deve estar, sempre subordinada ao escrutínio da aplicação de dinheiros públicos”.

Arnaldo Santos, que atualmente é presidente da Mesa da Assembleia Geral, convocou para 17 de fevereiro, pelas 20h00, uma reunião magna de associados que vai apreciar a situação do corpo de bombeiros e seu comandante e votar a destituição da direção liderada por Nuno Cruz.

ARNALDO SANTOS DIZ-SE “ESPANTADO”

Contactado pela Rede Regional, Arnaldo Santos não quis fazer comentários sobre a situação dos Bombeiros Voluntários Torrejanos, uma vez que a posição de presidente da Mesa da Assembleia Geral o obriga a manter-se neutro. No entanto, recorda que, nos termos estatutários, o responsável pela contabilidade e finanças da associação é o tesoureiro, que transitou da anterior direção, e que nunca apontou qualquer irregularidade.

Referindo o seu espanto pela acusação de eventual fraude fiscal, Arnaldo Santos diz que não imagina a que se possa referir e garante que está de consciência tranquila.

Lembra ainda que o atual presidente da direção também transitou dos seus mandatos, altura em que nunca apontou qualquer irregularidade, e manifesta total confiança nos funcionários administrativos da AHBVT, que define como “sérios, honestos e leais”.

SITUAÇÃO DO COMANDANTE CONTINUA POR RESOLVER

No comunicado emitido esta terça-feira, a direção da AHBVT reafirma que a decisão de não renovar a comissão de serviço do comandante José Carlos Sénica Pereira, que iniciou em 20 de dezembro de 2018 e teve o seu términus em 19 de dezembro de 2023, fundamenta-se na incapacidade por ele demonstrada de aceitar as linhas orientadoras, emanadas pela direção, no sentido de alcançar os objetivos a que esta se propôs no âmbito da sua candidatura.

A 15 de janeiro, contactado pela Rede Regional, José Carlos Pereira não quis reagir às acusações nem comentar o assunto, referindo apenas que continua como comandante, neste caso como bombeiro voluntário, uma vez que, a nível jurisdicional, quem tem autoridade para nomear ou demitir o comandante é a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

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