Sáb, 24 Fevereiro 2024

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48,2 milhões para construir 378 habitações na Lezíria do Tejo

A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) assinou esta sexta-feira, 22 de dezembro, um protocolo de cooperação com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para a concretização de projetos de habitação a custos acessíveis nos 11 municípios da região, no valor de 48,2 milhões de euros.

O protocolo tem por objeto regular os termos de cooperação institucional entre o IHRU e a CIMLT para desenvolver “projetos de habitação a custos acessíveis para a construção ou reabilitação, em territórios de municípios que integram a CIMLT, de até 378 habitações destinadas a arrendamento no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento”.

“As questões com a habitação são fundamentais. É preciso inverter a tendência [de aumento dos preços] com a intervenção do estado num mercado que há muito deixou de se regular”, começou por afirmar o presidente da CIMLT, Pedro Ribeiro, também presidente da Câmara de Almeirim.

“Todas as semanas temos a pressão de pessoas e famílias que precisão de resposta e não temos conseguido dar”, continuou o autarca, afirmando que “tudo o que se possa fazer nesta matéria é de uma enorme importância”.

“Temos de pensar global mas agir local, disse ainda Pedro Ribeiro, confiante que com estas dezenas de milhões de euros vai ser possível colocar no mercado muitas centenas de casas a custos acessíveis.

Presente na cerimónia, a Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, salientou que este protocolo é mais uma ferramenta para proporcionar às pessoas um direito fundamental, que é o da habitação, que considera ser “um pilar do estado social”.

Assumindo que é responsabilidade do Estado proporcionar esse direito á habitação, a governante diz que o Governo quer “ser parte da solução”.

48,2 milhões para construir 378 habitações na Lezíria do Tejo

A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) assinou esta sexta-feira, 22 de dezembro, um protocolo de cooperação com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para a concretização de projetos de habitação a custos acessíveis nos 11 municípios da região, no valor de 48,2 milhões de euros.

O protocolo tem por objeto regular os termos de cooperação institucional entre o IHRU e a CIMLT para desenvolver “projetos de habitação a custos acessíveis para a construção ou reabilitação, em territórios de municípios que integram a CIMLT, de até 378 habitações destinadas a arrendamento no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento”.

“As questões com a habitação são fundamentais. É preciso inverter a tendência [de aumento dos preços] com a intervenção do estado num mercado que há muito deixou de se regular”, começou por afirmar o presidente da CIMLT, Pedro Ribeiro, também presidente da Câmara de Almeirim.

“Todas as semanas temos a pressão de pessoas e famílias que precisão de resposta e não temos conseguido dar”, continuou o autarca, afirmando que “tudo o que se possa fazer nesta matéria é de uma enorme importância”.

“Temos de pensar global mas agir local, disse ainda Pedro Ribeiro, confiante que com estas dezenas de milhões de euros vai ser possível colocar no mercado muitas centenas de casas a custos acessíveis.

Presente na cerimónia, a Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, salientou que este protocolo é mais uma ferramenta para proporcionar às pessoas um direito fundamental, que é o da habitação, que considera ser “um pilar do estado social”.

Assumindo que é responsabilidade do Estado proporcionar esse direito á habitação, a governante diz que o Governo quer “ser parte da solução”.

Uma resposta

  1. O facto curioso é que dizem que todas as semanas têm a pressão de pessoas e famílias, mas no entanto existem casas reguladas por vós que estão vazias e ainda dizem que não sabem de nada ou então que as casas precisam de inspeção, no entanto, não as realizam atempadamente, já vai para 3 anos que estou à espera de uma resposta por parte do gabinete da Câmara Municipal de Santarém. Enquanto há pessoas a residir nessas mesmas casas com rendimentos suficientes para arrendar casa mas que simulam despejos urgentes e lá lhes é atribuída uma habitação acessível? E para quem está sozinho? 100€ chegam para fazer face às despesas mensais sem ser a renda?
    Pois é o meu caso. Ja pedi reunião com o Sr. Dr. Presidente Ricardo Gonçalves e até hoje não obtive qualquer resposta.

    Cumprimentos.

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Uma resposta

  1. O facto curioso é que dizem que todas as semanas têm a pressão de pessoas e famílias, mas no entanto existem casas reguladas por vós que estão vazias e ainda dizem que não sabem de nada ou então que as casas precisam de inspeção, no entanto, não as realizam atempadamente, já vai para 3 anos que estou à espera de uma resposta por parte do gabinete da Câmara Municipal de Santarém. Enquanto há pessoas a residir nessas mesmas casas com rendimentos suficientes para arrendar casa mas que simulam despejos urgentes e lá lhes é atribuída uma habitação acessível? E para quem está sozinho? 100€ chegam para fazer face às despesas mensais sem ser a renda?
    Pois é o meu caso. Ja pedi reunião com o Sr. Dr. Presidente Ricardo Gonçalves e até hoje não obtive qualquer resposta.

    Cumprimentos.

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