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O tribunal de Coruche absolveu o proprietário de um restaurante que estava acusado de ter atingido a tiro os dois ladrões que lhe assaltaram o estabelecimento, em Dezembro de 2005.

Diamantino Ferreira, ex-proprietário do restaurante Girassol, nas bombas da Repsol do Biscainho, Coruche, respondeu por um crime de ofensa à integridade física qualificada, mas o tribunal considerou não ter ficado provado que foi o empresário, de 57 anos, quem disparou sobre os dois assaltantes, durante a fuga do local onde foram surpreendidos em flagrante.

“Foi feita justiça. Quem disparou foi alguém que apenas tentou impedir um crime”, disse Diamantino Ferreira à Rede Regional, no final de ouvir a sentença, na sexta-feira, 2 de Março.

A absolvição do empresário resulta do facto de, segundo as palavras do juiz durante a leitura da sentença, não ter ficado provado quem efectuou os disparos que atingiram os dois ladrões, na altura com 24 e 37 anos, e que horas antes tinham cometido outros dois roubos, em Avis e Ponte de Sôr, onde residiam.

O relato dos dois assaltantes, que neste processo serviram de testemunhas ao Ministério Público, foi considerado pouco coincidente e com várias contradições pelo meio, não tendo nenhum deles identificado claramente Diamantino Ferreira como o homem que puxou o gatilho.

Os factos remontam a Dezembro de 2005, quando o empresário, após ter sido alertado pelo alarme do restaurante (que já tinha sido assaltado duas vezes naquele ano), surpreendeu a dupla a sair do restaurante com tabaco, moedas das máquinas, garrafas e outros artigos. Os assaltantes fugiram numa carrinha que tinha sido roubada no Barreiro, mas Diamantino Ferreira persegui-os durante seis quilómetros até ao local onde se despistaram, em Foros de Almada.

Ainda fugiram a pé por uma zona de mato e tentaram roubar uma viatura a um distribuidor de pão, mas acabaram capturados pela GNR, que entretanto tinha montado um perímetro alargado para os apanhar. Os militares recuperaram não só parte do recheio do restaurante no Biscainho, como produtos roubados nos dois assaltos anteriores e material usado para cometer os crimes.

Vários guardas da GNR de Rio Maior foram identificados pela Polícia Judiciária Militar (PJM) na sequência de uma queixa apresentada pelo homem que está acusado de ter esfaqueado o comandante do posto local, durante uma briga na feira das tasquinhas de 2011.

Os elementos da PJM, na manhã de sexta-feira, 2 de Março, deslocaram-se ao posto de Rio Maior com a missão de tentar apurar quais os autores de uma alegada agressão ocorrida na cela de detenção, local onde o queixoso afirma que lhe atiraram com gás pimenta para a cara.

A PJM procedeu à identificação dos militares pelas suas características físicas, a partir da descrição feita pelo homem, que não soube particularizar quem terá praticado a suposta agressão.

Os guardas vão agora ser notificados para se apresentarem em Lisboa, onde serão identificados presencialmente pelo autor da denúncia, um imigrante brasileiro de 43 anos que, a 10 de Abril de 2011, foi detido na sequência do esfaqueamento do comandante do posto da GNR local.

Nessa mesma noite, o sargento-ajudante José Mesquita foi assistido no Hospital de Santarém a um golpe no abdómen provocado por um canivete de 6 centímetros de lâmina, e que foi apreendido pelos militares presentes no local.

O processo da agressão ao comandante, no qual o indivíduo é arguido, ainda está a decorrer no Tribunal Judicial de Rio Maior. Segundo conseguimos apurar, o cidadão brasileiro encontra-se actualmente em situação ilegal em Portugal, uma vez que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) não lhe renovou o visto de permanência.

Esta acção da PJM deixou “bastante indignados” todos os militares que prestam serviço no posto da GNR de Rio Maior, uma vez que “tirando o relato do autor da queixa, não há provas de nada nem nunca houve agressão nenhuma”, garantiu à Rede Regional fonte da GNR.

Tribunal da GolegãUm eletricista, natural de Almeirim mas residente no Entroncamento, foi condenado esta sexta-feira, 2 de março, a um ano e dois meses de prisão, por importunação sexual a quatro jovens.

Jorge Carapau, de 29 anos, que abordou três das vítimas na Chamusca, duas na Golegã e uma outra em Abrantes, era também acusado de tentativa de rapto de seis jovens, mas o tribunal entendeu que não havia provas suficientes para essa condenação.

A pena de um ano e dois meses de prisão, suspensa por igual período, é o cúmulo jurídico apenas para os quatro crimes de importunação sexual. A suspensão ficou condicionada ao cumprimento de um plano de reinserção social e à realização de uma consulta médica que determinará, ou não, a necessidade de tratamento médico.

O coletivo de juízes salientou que a atuação de Jorge Carapau causou bastante alarme social, gerando grande instabilidade nas localidades da região, o que, segundo consideram, “não pode ser tolerado de maneira nenhuma”.

A família de algumas das vítimas, ficaram inconformadas com a leveza da pena aplicada. Citada pela Agência Lusa, a mãe de uma das jovens, atualmente com 17 anos, disse que a filha nunca mais conseguiu dormir e tem pesadelos, estando a ser acompanhada por um psicólogo.

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