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Apesar de algumas obras de recuperação ainda estarem a decorrer no exterior, o mercado municipal de Rio Maior já se encontra reaberto ao público, e com o piso térreo em pleno funcionamento.

Recorde-se que, no início da intervenção, as bancas de venda foram transferidas para o 1º andar do edifício, cuja fachada principal está a sofrer grandes transformações através da colocação de um revestimento em grelhas metálicas e vidros opalinos.

O projecto incluiu ainda a construção de duas novas lojas na entrada do mercado e um espaço amplo em todo o 1º andar, que permite a realização de várias actividades, segundo uma nota de imprensa da Câmara Municipal de Rio Maior.

O edifício do mercado, que tem uma área total de 555 metros quadrados, dispõe agora de elevador para facilitar as cargas e descargas aos vendedores, novas instalações sanitárias, novo equipamento de frio industrial, bancadas, iluminação, drenagens e infra-estruturas eléctricas e de comunicação, entre outras melhorias.

A intervenção da autarquia pretendeu “recuperar e modernizar o mercado implementando novas condições de conforto, higiene e segurança que propiciem o convívio, as trocas, o encontro de culturas e a relação entre o meio rural, a sua cidade e o mundo que a visita”, salienta a mesma nota de imprensa.

A comissão organizadora da edição de 2012 das festas do Foral, dos Toiros e do Fandango está a promover esta iniciativa durante todos os fins-de-semana do “mês da enguia”, certame gastronómico que decorre actualmente no concelho.

A Comissão de Festas do Foral dos Toiros e do Fandango colocou na avenida principal da vila, entre a Cabana dos Parodiantes e o Lanche, uma barraquinha forrada com os artistas contratadas para os festejos, que se realizam entre 9 e 17 de Junho.

Além de divulgação do “mês da enguia” e dos restaurantes aderentes, os visitantes encontram na barraquinha produtos tradicionais do concelho, peças em barro alusivas às tradições ribatejanas e calendários, pulseiras, cartões e outro merchandising relacionado com as grandes festas de Junho.

O plano de investimentos da Águas do Ribatejo para o concelho de Torres Novas, orçado em cerca de 30 milhões de euros, vai começar a ser implementado no terreno no segundo semestre de 2012.

Os contratos de adjudicação com as construtoras e consórcios que vão realizar as obras foram assinados no final de Fevereiro, quer para o saneamento básico, onde a empresa municipal prevê gastar cerca de 25 milhões de euros, quer para o reforço do abastecimento de água, que levará a restante fatia de cinco milhões de euros.

“Com estas intervenções, que devem ficar concluídas em 2013, o município de Torres Novas – com cerca de 145 mil habitantes e uma área de 280 quilómetros quadrados – ficará com uma cobertura acima dos 90% em saneamento e próxima dos 100% no abastecimento de água”, afirma um comunicado de imprensa da Águas do Ribatejo, onde é salientado que as “obras vão contribuir também para o desenvolvimento das economias locais e para a criação de emprego”, uma vez que é prática corrente da empresa contratar empreiteiros e serviços a nível local.

Em termos dos custos do saneamento, as obras de maior volume vão ser realizadas em Torres Novas e nas freguesias da Chancelaria e Rexaldia. Na sede do concelho, a remodelação da ETAR e construção e remodelação de redes de drenagem e emissários está orçada em 3,5 milhões de euros. Na Chancelaria, a construção de uma nova ETAR, redes de drenagem, emissários e condutas elevatórias vai significar um investimento de 3,7 milhões de euros, ao passo que a nova ETAR e restantes infra-estruturas na Rexaldia estão avaliadas em 3,6 milhões de euros.

No que se refere à rede de abastecimento de água, a ampliação dos reservatórios de Riachos, as captações e a construção de condutas adutoras vão custar à Águas do Ribatejo cerca de 1,2 milhões de euros. A ampliação e remodelação das redes de distribuição, que também implicam a construção de reservatórios e condutas adutoras em Pedrógão, Vale da Serra e Casal João Dias está projectada para 1,8 milhões de euros.

Ainda segundo o mesmo comunicado da empresa intermunicipal, formada por sete municípios – Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos, Benavente e Torres Novas – “as intervenções são financiadas pelos fundos comunitários no âmbito da candidatura do Sistema Intermunicipal da Lezíria do Tejo e Almonda-3ª fase”.

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