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No dia em que se celebra a chegada da Primavera, 24 de Março, será inaugurado o novo centro de interpretação Casa do Guarda, na mata nacional dos Sete Montes, em Tomar, o pulmão verde às portas da cidade que vai apresentar muitas novidades aos visitantes.

“(Re)Tomar a mata” é o nome da iniciativa que convida a população de Tomar a fazer um piquenique na mata, ficando a conhecer os novos percursos pedestres, a sinalética, os materiais de divulgação e o novo parque infantil, entre outras novidades.

Com uma área de cerca de 39 hectares, a mata nacional dos sete montes começou por ser a cerca conventual onde os frades da Ordem de Cristo cultivavam as hortas e pomares que sustentavam a comunidade monástica. Esta extensa mancha verde às portas da cidade é também um caminho de acesso ao Convento de Cristo, mas há muito tempo que perdeu essa função, pois a expansão urbana de Tomar para a outra margem do rio acabou por condená-la ao abandono.

Agora que o projecto de requalificação está concluído, a Câmara de Tomar pretende que a mata tenha “uma nova oportunidade de conquistar o coração dos tomarenses e dos visitantes”. “Para os turistas, pretende-se que funcione como o acesso privilegiado ao conjunto monumental património da humanidade, interligando-o de forma natural com o centro histórico, de modo a que as visitas à cidade não se fiquem pelo Convento”, explica uma nota de imprensa da autarquia.

Para os tomarenses, o espaço natural deve ser visto como “a continuação do centro histórico”, onde se pode “praticar exercício físico, respirar ar puro e ouvir o canto dos pássaros, descobrir os encantos da natureza, ou, pura e simplesmente, estar sem fazer nada a limpar o corpo e o cérebro do stress quotidiano, salienta a mesma nota da autarquia.

Para o piquenique de dia 24 de Março, a Câmara propões que cada um leve o seu farnel para uma refeição partilhada. As inscrições devem ser feitas até à véspera para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., ou pelos telefones 249 329 876 / 870.

Um alegado curto-circuito provocou um pequeno incêndio no exterior da casa de repouso S. João Batista, em Almeirim, na manhã de quinta-feira, 8 de Março.

Os bombeiros voluntários de Almeirim receberam o alerta por volta das nove horas da manhã e deslocaram de imediato para o local nove elementos apoiados por três viaturas, mas o fogo acabou por cingir-se apenas a alguns cabos eléctricos no exterior do edifício.

Descontando alguns fios queimados, não se registaram outros danos materiais nem foi necessário proceder à evacuação de nenhum utente ou funcionárias do lar de idosos.

Além dos bombeiros, esteve também no local uma patrulha da GNR de Almeirim e um piquete da EDP, que procedeu à reparação das ligações eléctricas.

Três irmãos menores, dois deles portadores de deficiência mental, foram vítimas de abusos sexuais continuados durante vários meses às mãos do próprio pai e de um tio materno, que é também deficiente do foro cognitivo.

Os factos terão ocorrido dentro da casa da família, em Salvaterra de Magos, em 2008 e 2009, durante algumas das visitas quinzenais das crianças, que residem num lar da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz.

O pai, de 44 anos, é suspeito de ter abusado sexualmente das duas meninas, que tinham na altura 14 e 13 anos. A mais nova padece de anomalia psíquica profunda.

O homem, natural do Redondo, Évora, está acusado de um crime de abuso sexual de criança e outro de abuso sexual de menor dependente, ambos agravados. Segundo a acusação do Ministério Público (MP), o arguido levou as vítimas para o seu próprio quarto, onde as despiu e consumou a relação incestuosa.

O tio, irmão da mãe das vítimas, é suspeito de ter abusado das meninas e de ter violado repetidamente o irmão mais velho, então com 16 anos. São ambos portadores de deficiência mental profunda.

Apesar de estar acusado de dois crimes de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência e um crime de actos sexuais com adolescentes, o homem, de 31 anos, foi considerado inimputável e não será condenado. Segundo uma avaliação psiquiátrica que consta do processo, não possui qualquer noção de inocência ou culpabilidade. O tio foi constituído arguido e vai a julgamento, no Tribunal de Benavente, apenas para lhe ser aplicada uma medida de segurança que o impeça de ter a oportunidade para cometer os actos da mesma natureza.

Justiça já tinha retirado crianças à família

O irmão mais velho, hoje já com 20 anos, foi retirado à família e entregue ao lar Nossa Senhora de Fátima, Reguengos de Monsaraz, em Julho de 2000. Nessa altura, já existiam suspeitas de que a criança deficiente era abusada pelo tio, portador da mesma doença psíquica. Da investigação, nada se concluiu, mas a instituição sabia do caso.

As irmãs, que completaram 16 e 17 anos, foram entregues à guarda do mesmo lar em Setembro de 2001, por falta de condições económicas da família, que não tinha como as criar condignamente. As visitas eram feitas aos fins-de-semana, segundo o regime que ficou definido no processo de protecção de menores.

Os pais deslocavam-se ao Alentejo num fim-de-semana para as ver, e na semana seguinte iam buscá-las para pernoitar em Salvaterra de Magos.

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