PUB

eh toiro

PUB

visite santarem

Pela calada da noite, quatro éguas reprodutoras da Coudelaria Lucas, na freguesia do Pinheiro Grande, Chamusca, foram misteriosamente atingidas com disparos de uma arma municiada com balas para caça grossa.

Duas delas, uma puro-sangue lusitano e uma égua de raça cruzado português já premiada em concursos, morreram no pasto, ao passo que as outras duas estão feridas de morte e vão ser abatidas no matadouro de Santarém na segunda-feira, 9 de Janeiro.

O proprietário dos animais, José Lucas, não encontra explicações para o que classifica de “barbaridade” e desconfia que se trata de uma vingança pessoal contra si. “Isto é um acto da mais pura cobardia. Se alguém tem alguma coisa contra mim, venha resolvê-la de homem para homem. Mas, por favor, não me abatam mais animais indefesos”, disse o criador à Rede Regional, acrescentando, porém, não se lembrar de quem lhe possa querer mal.

O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária.

A puro-sangue lusitano, de nome “Roseta”, avaliada em cerca de 30 mil euros, apareceu abatida com um tiro de carabina na véspera de Natal, quando estava presa num pasto agrícola que o empresário utiliza há vários anos, junto ao rio Tejo. Na madrugada de quinta para sexta-feira passada, a “Dariana”, uma poldra de três anos que foi medalha de ouro na Feira Nacional do Cavalo da Golegã em 2010, foi morta no mesmo local e da mesma forma.

Mesmo ferida com dois tiros, a égua partiu a corda e só tombou a cerca de 500 metros da árvore a que estava presa. No local, ficaram dois poldros “que felizmente não levaram nenhum tiro”, segundo José Lucas, e as outras duas éguas feridas. Uma ficou com o projéctil alojado no lombo, junto a uma costela, e a outra foi baleada num dos olhos.

Os quatro animais valiam cerca de 55 mil euros. Mas, “muito mais do que o dinheiro, está em causa o amor que nós aqui na coudelaria tínhamos por elas”, desabafa José Lucas. Por temer novos ataques, o empresário já mandou recolher todas as éguas e poldros que costumam pernoitar nas pastagens. Segundo explicou o criador, os animais ficam nos campos sempre atados com uma corda, uma vez que não as pode ter nas cocheiras, que guardam os cavalos de toureio do seu filho, o cavaleiro Tiago Lucas.

 

 

Em dois anos, os voluntários envolvidos na limpeza da aldeia avieira do Patacão, em Alpiarça, deram a este projecto o equivalente a cerca de 150 dias de trabalho.

Segundo a Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), um dos parceiros envolvidos na candidatura da cultura avieira a património da Unesco, em 2010 foram oferecidos 80 dias de trabalho, ao passo que o ano de 2011 se ficou pelos 70 dias.

A última acção de limpeza, realizada em Dezembro, reuniu nove voluntários, quatro deles pescadores avieiros, e os bombeiros municipais de Alpiarça, que deram assistência a uma queimada controlada de toneladas de resíduos de vegetação que já escondiam parte das casas ainda existentes no local.

No Patacão, foram tombados vários salgueiros “como forma de proteger as margens da erosão das cheias e defender as terras da lezíria ribatejana”, explica a AIDIA. Os trabalhos vão decorrer um sábado por mês até que a aldeia esteja totalmente limpa, com o apoio da maquinaria cedida pela Câmara Municipal de Alpiarça.

A Câmara de Santarém está desatualizada e anuncia cortes em verbas que não paga. A crítica é do presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém (AHBVS), Diamantino Duarte, que reage assim a declarações do vereador com o pelouro da Protecção Civil na autarquia escalabitana, que anunciou cortes de 30 por cento nos protocolos que a autarquia mantém com os bombeiros voluntários do concelho.

Diamantino Duarte diz que, na atual situação, em que a câmara não paga o que deve há vários meses, reduzir 30 por cento ou 100 por cento é o mesmo. Segundo diz, a autarquia deve à corporação cerca de 185 mil euros, tendo deixado de transferir as verbas previstas no protocolo desde Maio de 2010 e as relativas ao equipamento das instalações inauguradas, em 2007, estão com um atraso de oito meses.

E declarações à agência Lusa, publicadas em vários meios de comunicação, o vereador da Protecção Civil nega qualquer atraso nas transferências relativas ao empréstimo para equipamento e refuta qualquer tipo de discriminação da autarquia em relação aos Bombeiros Voluntários de Santarém. António Valente reconhece apenas que a autarquia tem em atraso os pagamentos relativos aos protocolos.

No balanço à actividade de 2011, que teve um orçamento de meio milhão de euros, o comandante dos Voluntários de Santarém, Paulo Santos, diz que a corporação respondeu a cerca de 6.500 alertas, 30 por cento de todas as ocorrências registadas nesse ano no concelho.

Segundo a Direção, a AHBVS tem uma situação estável, com ordenados e pagamentos ao Estado em dia e dívidas a fornecedores na ordem dos 30.000 a 35.000 euros. Atualmente a corporação tem um quadro de 136 pessoas, 44 das quais no activo (a que se deverão juntar mais 15 actuais estagiários até ao Verão) e 20 assalariados.

Mais artigos...

PUB

scalhidraulica 2021

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

PUB

jorge malacas

PUB

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

aguas barco

PUB

agrande

Quem está Online?

Temos 639 visitantes e 0 membros em linha