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Vários moradores de Pedrógão, no concelho de Torres Novas, foram surpreendidos esta quarta-feira de manhã por um engenho explosivo colocado numa caixa multibanco. O alerta foi dado cerca das 8h30 quando alguns habitantes da localidade tentaram fazer levantamentos.

Os populares chamaram de imediato a GNR que isolou a área e deslocou para o local uma equipa de inativação de engenhos explosivos. Depois de retirar o engenho, os militares verificaram que se tratava de uma granada de instrução, que não tem o mesmo perigo que uma granada normal, já que em vez de material explosivo tem apenas areia e um detonador e que, além disso, estava inerte.

As autoridades desconhecem a razão pela qual a granada teria sido colocada na máquina multibanco mas afirmam que com este engenho não seria possível, por exemplo, fazer explodir a máquina para roubar o dinheiro.

A investigação passou para a Polícia Judiciária de Leiria, que já esteve igualmente no local a recolher vestígios.

O jardim-de-infância Sophia de Mello Breyner, na categoria “escolas do concelho”, o Lar dos Ferroviários, na parte institucional, e a loja Santos e Cunha, no comércio local, foram os três vencedores do concurso “presépios na cidade”, promovido pela Câmara Municipal do Entroncamento e pela Pastoral da Cultura da Paróquia da Sagrada Família para assinalar a quadra natalícia.

A cerimónia de entrega dos prémios e dos certificados de participação decorreu no dia de reis, 6 de Janeiro, na sala de cultura do pavilhão desportivo municipal, onde marcaram presença vários vereadores da autarquia e responsáveis da pastoral. Este concurso, que reuniu um total de 33 presépios tradicionais, “teve como principal objectivo a retoma dos valores tradicionais relacionados com a quadra natalícia, assim como a dinamização do comércio na cidade”, salienta uma nota de imprensa da Câmara do Entroncamento.

A elevada concentração de monóxido de carbono é para já a causa mais provável da morte do casal e do menino de três anos que ontem, 9 de Janeiro, foram encontrados sem vida no pequeno quarto da sua casa em Árgea, uma aldeia da freguesia das Olaias, Torres Novas. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária de Leiria, que esteve ontem a recolher provas na habitação onde faleceram Ricardo, de três anos, filho de Rute Freire, de 31, e de Hugo Abreu, de 34, uma família bastante estimada entre os amigos e vizinhos

Hugo era serralheiro e proprietário de uma pequena empresa de alumínios a poucos metros da casa. Motard nos “Fenómenos” do Entroncamento, as duas rodas eram a sua grande paixão.

Rute, sua companheira há vários anos, era natural do Belver e viveu muito tempo no Entroncamento, onde ainda trabalhava na loja da mãe.

O facto da mulher não ter aparecido para trabalhar na segunda-feira deixou a progenitora desconfiada, e levou-a a telefonar para a GNR, por volta das 14 horas.

Quando os militares entraram na residência, pouco depois das 14 horas, a temperatura estava invulgarmente elevada, existindo sinais de que o ar condicionado estava ligado, a lareira tinha sido acesa e uma das torneiras da casa de banho estava aberta, o que indicia que o esquentador foi ligado.

Só a autópsia poderá determinar em concreto a causa e a hora da morte do casal e da criança. No local, estiveram cinco viaturas e 12 elementos dos bombeiros voluntários de Torres Novas, a GNR e a VMER do Hospital de Abrantes. A tragédia deixou em choque vários familiares e amigos, que tiveram que receber assistência de médicos e psicólogos do INEM.

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