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A falta de carrinhas celulares que está a afectar a Direcção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) levou a que um preso preventivo no Estabelecimento Prisional Regional de Leiria fosse levado ao tribunal de Rio Maior numa carrinha ligeira de caixa aberta, e obrigou mesmo ao adiamento de um julgamento em Santarém.

Eurico Madeira, o homem que tentou matar a ex-companheira e o enteado num café na Cabeça Gorda, Rio Maior, chegou na segunda-feira, 16 de Janeiro, ao tribunal de Rio Maior numa carrinha “pick-up” descaracterizada, para espanto das muitas testemunhas e familiares das vítimas que aguardavam o início do julgamento.

No tribunal de Santarém, no mesmo dia, foi adiado um julgamento agendado para as 10 horas também por falta de transporte de um recluso de Leiria para a capital do Ribatejo.

Apesar de estar em prisão preventiva à ordem de outro processo, este arguido devia ter comparecido para responder num caso que envolve fuga de um posto de combustível sem pagamento e condução sem carta.

Recorde-se que no passado dia 7 de Dezembro de 2011, a falta de carrinha celular foi também o motivo que levou ao adiamento do julgamento do roubo de material informático na Escola Básica Alexandre Herculano, em Santarém. Um dos principais suspeitos do crime, de 20 anos, está preso preventivamente no EP de Leiria e tinha começado na semana passada a ser julgado no Tribunal de Vagos, num caso de duplo carjacking, roubo e fuga às autoridades. No final de sessão em Vagos, foi levado para o Estabelecimento Prisional de Aveiro, que não tinha nenhuma carrinha celular disponível para efectuar o transporte para Santarém. 

Uma mulher de 70 anos foi transportada ao hospital de Santarém após ter sido atropelada numa passadeira na rua Dr. Francisco Barbosa, junto ao largo da Câmara Municipal de Rio Maior.

O acidente ocorreu na segunda-feira, 16 de Janeiro, pelas 12 horas. A idosa, que foi socorrida no local pelos bombeiros voluntários de Rio Maior, sofreu uma fractura num braço e uma luxação num ombro.

O condutor, que não terá visto a vítima a aproximar-se da passadeira, foi identificado no local pela GNR de Rio Maior.

Uma mulher de 73 anos vai sentar-se no banco dos réus do Tribunal de Rio Maior para ser julgada por um crime de tráfico de droga, na segunda-feira, 16 de Janeiro.

A idosa, residente numa freguesia próxima da cidade, foi interceptada pela GNR de Rio Maior com quase 1,5 gramas de heroína, dividida em três sacos escondidos na gola do casaco, em Outubro de 2009. A droga tinha como destino o Estabelecimento Prisional das Caldas da Rainha, onde o seu filho está a cumprir pena.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), esta não era a primeira vez que a mulher, acompanhada de uma sobrinha que também é arguida neste processo, se deslocava à prisão para levar heroína ao filho.

A actividade da idosa e da sobrinha, de 24 anos, foi descoberta porque o Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santarém tinha debaixo de olho o casal de traficantes que lhe vendia os estupefacientes.

O casal de traficantes, que controlavam uma vasta rede de consumidores e passadores em Rio Maior, também foi detido e constituído arguido, mas o homem morreu em Fevereiro de 2011. A mulher, de 28 anos, vai responder por um crime de tráfico de droga e outras actividades ilícitas.

Este processo tem ainda um quarto arguido, um cidadão brasileiro que emprestava o seu carro para o casal ir a Lisboa comprar os estupefacientes. O homem, de 24 anos, foi suspeito do rapto de uma menor de 14 anos em Fevereiro de 2008, e está acusado de um crime continuado de abuso sexual de crianças, num outro processo que está sem data marcada no Tribunal de Rio Maior.

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