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A derrocada de um prédio devoluto na Estrada Nacional 365, em Alcanhões, concelho de Santarém, provocou a morte de um homem de 56 anos. O acidente aconteceu esta quarta-feira, 9 de novembro, por volta das 22h00, e vitimou Jaime Cunha, de 56 anos, residente na localidade.

Ao que foi possível apurar, Jaime Cunha, que tinha ido tomar café e se dirigia para casa, parou no cruzamento para ceder passagem a outra viatura quando parte do edifício se desmoronou.

Segundo o vereador com o pelouro da Proteção Civil na Câmara Municipal de Santarém, António Valente, a fachada do prédio caiu sobre a viatura da vítima quando esta ia a passar na rua, tendo-lhe provocado a morte, apesar dos esforços dos elementos das três viaturas dos Bombeiros Municipais e duas dos Voluntários de Santarém, que acorreram ao local, assim como da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Santarém.

A derrocada do edifício, onde funcionava uma cooperativa, não provocou surpresa na população que há muito temia pela segurança no local.

Um homem armado, com um capuz na cabeça e um lenço na cara, assaltou, cerca das 19h20 de terça-feira, dia 8 de novembro, uma farmácia em Alpiarça, tendo levado consigo o dinheiro que havia em caixa, disse hoje à agência Lusa fonte policial.

Segundo fonte da GNR, aparentemente o homem, que terá entre 30 a 40 anos, terá atuado sozinho, estando o caso a ser investigado pela Polícia Judiciária.

O valor roubado não está ainda apurado, disse a fonte, adiantando que o furto decorreu sob ameaça da arma, não tendo havido agressão.

A direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento manifestou esta terça-feira, 8 de novembro, a sua “preocupação” perante a “indisponibilidade” manifestada pela quase totalidade dos bombeiros voluntários “para assegurar socorro emergente à população”.

Em comunicado em reação à tomada de posição de 32 dos 36 voluntários da associação que na passada sexta-feira pediram a passagem ao quadro de reserva por alegadas divergências com os órgãos dirigentes, a direção da associação assegura que a atitude dos voluntários está a ser “objeto de medidas por parte das entidades responsáveis”, nomeadamente a câmara municipal do Entroncamento e a Autoridade Nacional para a Proteção Civil.

A associação assegura que “tudo está a fazer no sentido de concretizar o rumo e objetivos a que se propôs aquando da sua eleição” e que as questões levantadas “são, na prática, falsas questões uma vez que não têm qualquer fundamento”.

Segundo o semanário O Mirante, citado pela Agência Lusa, os bombeiros que declararam indisponibilidade estão descontentes com a gestão da atual direção e com a “forma como os bombeiros são tratados”. Em causa estarão questões como a contratação de uma empresa de limpeza, e alegadamente terem de passar a lavar a sua roupa de cama, a não autorização para a realização de eventos para angariação de fundos, alegados gastos na criação de uma base de dados eletrónica para controlo de quotas, entre outras.

No comunicado, a direção sublinha que as suas “competências e obrigações” decorrem dos próprios estatutos e que “qualquer pedido de ‘demissão da direção’ é da estrita competência dos associados reunidos em Assembleia Geral exclusivamente convocada para esse efeito, e não de um mero capricho ou exigência dos elementos do corpo de bombeiros”.

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