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A direção da Escola Secundária de Azambuja suspendeu, por dois e cinco dias, duas alunas, de 15 e 18 anos, respetivamente, que agrediram uma colega de 16 anos, no intervalo das aulas.

O inquérito aberto pela escola concluiu que houve comportamentos violadores dos deveres do aluno, por parte das agressoras, o que justifica o castigo da escola que surge cerca de um Mês depois das agressões, ocorridas a 24 de janeiro, alegadamente devido a conversas no facebook.

A aluna agredida teve de receber tratamento hospitalarno Centro de Saúde de Azambuja e posteriormente no Hospital de Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, onde realizou exames complementares e lhe foram diagnosticados três hematomas na cabeça.

Dias depois, a 30 de janeiro, os pais apresentaram uma queixa no Ministério Público da Comarca do Cartaxo.

Os pais consideram que este foi um caso de bullying e criticam o estabelecimento de ensino por ter mandado apagar as fotos e os vídeos da cena de violência, filmados por outros alunos com telemóvel.

Na Escola Secundária de Azambuja estudam mais de 600 alunos do 7º ao 12 º anos.

A leitura do acórdão a Eurico Madeira, o homem que está acusado da dupla tentativa de homicídio à ex-companheira e a um enteado num café em Cabeça Gorda, Rio Maior, foi adiada para a próxima terça-feira, 28 de Fevereiro, às 16h30.

O colectivo de juízes procedeu a três alterações na qualificação dos factos constantes da acusação do Ministério Público (MP) e, por desconhecer se a defesa do arguido iria ou não prescindir do prazo para apresentar contestação, decidiu adiar a leitura pela segunda vez.

A advogada do arguido acabou por prescindir do prazo.

Em relação às alterações, duas são favoráveis ao arguido, ao passo que outra pode significar uma pena mais pesada.

O tribunal decidiu agravar a acusação de homicídio qualificado na forma tentada sobre a ex-companheira, Florinda Azenha, e desqualificar a acusação de homicídio qualificado na forma tentada sobre o enteado, Rodrigo Azenha, passando-o para homicídio simples na forma tentada. Sobre a acusação de crime com arma proibida, o colectivo entendeu que deverá ser punida não como crime mas como contra-ordenação, de acordo com o novo regime jurídico das armas e munições.

Acusado de um total de sete crimes, Eurico Madeira confessou na primeira sessão deste julgamento que perdeu a cabeça num ataque súbito de ciúmes, quando disparou sobre o enteado e a ex-companheira, a 13 de Maio de 2011. Contudo, o arguido, de 58 anos, negou sempre que premeditou o crime, ao contrário do que sustenta a acusação do MP, referindo que o homem escondeu a caçadeira dias antes numas ervas junto ao café Cantinho dos Artistas, na Cabeça Gorda, onde ocorreram os factos. Um suposto novo relacionamento amoroso da mulher com quem viveu durante 24 anos foi o motivo do crime, cometido num momento em que estava fortemente alcoolizado.

Mais informação em http://www.rederegional.com/index.php/entertainment/606-ciumes-fizeram-no-atirar-a-matar.html


“Viver com amor”: foi com este conselho que o aluno mais velho do país terminou a sua sessão de júri de certificação no Centro de Novas Oportunidades de Salvaterra de Magos, que lhe deu o diploma de conclusão do 9º ano na quinta-feira, 23 de Fevereiro.

João Vieira, carinhosamente conhecido por “Sabino”, que aos 91 anos é dono de uma saúde mental verdadeiramente invejável, emocionou-se e ainda disse que, no futuro, gostava de ir às escolas dar dois ou três conselhos aos mais jovens.

“Voltei a estudar porque quero sempre saber mais”, disse à Rede Regional João Sabino, minutos antes de apresentar o trabalho final a um júri que só podia aplaudi-lo. Tinha apenas a 3ª classe, tirada aos 34 anos quando já era feitor na herdade da Mata do Duque, Montijo, mas regressou à escola há cerca de um ano, incentivado por um neto.

O aluno mais velho do país confessa ter tido alguns problemas com a informática, mas garante ter “aprendido tantas coisas novas como aquelas que pude ensinar, através da minha experiência”.

Uma vez que este processo serve para reconhecer as competências adquiridas ao longo da vida, João Sabino levou metade do trabalho já feito. Em 2006, então com 85 anos, publicou a sua autobiografia, intitulada “A Minha História”, onde o próprio se relata desde a infância em Muge até à reforma, depois de ter inventado a primeira máquina de plantar e semear tomate em Portugal e de ter sido um dos maiores produtores agrícolas da Europa.

“Ganhei 24 contos com isso, um conto de réis por cada máquina que foi produzida. Pouco tempo depois, o responsável da fábrica foi despedido e ficou tão desesperado que eu dei-lhe a patente e ainda lhe emprestei 10 contos para o homem recomeçar a vida”, recordou.

Patrono de uma família de três filhas, seis netos e oito bisnetos, a apresentação de João Sabino reflectiu outro dos seus “grandes amores”: a escrita, vocação que descobriu aos 80 anos, idade com que publicou o primeiro livro de poesia de popular.

Já vai em quatro e garante que os versos não lhe saem da cabeça. Até porque os recita de cor, com uma facilidade que impressiona quem o ouve.

O percurso de João Sabino dificilmente caberá apenas num só livro. Assim resumidamente, em jeito de sumário, é preciso referir que começou a aprender música aos 14 anos e tocou trompete e trompa até aos 32 anos, tendo sido compositor de melodias para marchas populares e elementos de duas bandas de jazz, uma de Muge, a sua freguesia natal, e outra de Valada do Ribatejo, concelho do Cartaxo.

No teatro, escreveu peças e subiu ao palco em vários grupos amadores. No desporto, foi árbitro de futebol e jogador “quando faltava alguém”. Recorda com saudade os tempos em que, sendo feitor, jogava à bola com os trabalhadores da herdade.

“É um verdadeiro exemplo de vida”, disse à Rede Regional Mário Gonçalves, o director do Centro de Novas Oportunidades da Escola Profissional de Salvaterra de Magos, que em 2009 entregou o certificado de conclusão do 12º ano ao aluno mais velho de sempre a concluir o ensino secundário.

João Santos André (que foi a enterrar no passado dia 16 de Fevereiro) tinha então 87 anos quando recebeu o diploma das mãos do primeiro-ministro da altura, José Sócrates.

Apesar destes dois casos de sucesso numa idade invulgar, Mário Gonçalves salienta que o centro é procurado por cerca de mil alunos, todos os anos, a maioria deles ainda inseridos na sua vida activa.

“Temos muitos casos de sucesso porque muitos dos que nos procuram melhoraram efectivamente as suas qualificações e conseguiram progredir nas suas carreiras profissionais”, salienta o responsável, para quem “nunca é tarde para se regressar à escola”.

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