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“Reciclar para poupar” é o nome projecto lançado pela Câmara de Almeirim que tem o duplo objectivo de reduzir as quantidades de resíduos sólidos urbanos (RSU’s) recolhidas e a factura paga pelos munícipes pelo seu encaminhamento e depósito em aterro.

Com esta campanha, a autarquia convida os cidadãos a fazer a separação dos lixos e depositá-los nos respectivos ecopontos, para que possam seguir para reciclagem. Se as toneladas dos chamados lixos indiferenciados – os RSU’s – diminuir substancialmente, a Câmara compromete-se a descer os custos da recolha que são imputados aos munícipes na factura mensal.

Segundo as contas feitas pelo vereador com o pelouro do ambiente, Pedro Ribeiro, se “se conseguir aumentar o volume de material para reciclar em mais 25 toneladas por mês, 300 toneladas por ano, é possível descer 1% na factura de RSU’s, no ano seguinte”. Se, por exemplo, o volume recolhido anualmente for de 600 toneladas, a descida será de 2%, e assim sucessivamente, na mesma proporção.

Apelando “à colaboração de todos”, Pedro Ribeiro explica que a Câmara de Almeirim recolhe mensalmente mais de 1.000 toneladas de lixos domésticos, que representam um custo que ronda os 500 mil euros, “sensivelmente igual ao que a autarquia recebe com as taxas de RSU’s” aplicadas aos residentes. Este valor é calculado somando os gastos com a recolha (contentores, viaturas, pessoal, combustíveis, seguros, etc) e os custos da deposição em aterro.

A Ecolezíria, empresa responsável pela gestão do aterro, não só recebe os lixos indiferenciados como o material para reciclagem (vidro, papel / cartão, e embalagens), que serão desperdiçados se não forem devidamente separados. Com este projecto, a Câmara devolve ao munícipe parte da poupança conseguida em evitar o depósito dos lixos em aterro, uma vez que o material separado é enviado para empresas especializadas em reciclagem e reutilização dos produtos.

“Sabemos que nem todos têm um ecoponto ao lado de sua casa, mas orgulhamo-nos de informar que temos um dos melhores rácios do país de ecoponto por habitante”, salienta ainda Pedro Ribeiro, para quem, com esta campanha, “o ambiente agradece e o consumidor sai beneficiado”.

Um trio composto por cidadãos oriundos da Roménia, suspeito de dezenas de furtos e roubos no Ribatejo e no Algarve, vai começar a ser julgado no Tribunal de Almeirim no dia 21 de Dezembro. Os três arguidos, um de 34 anos e os outros dois de 24, estavam referenciados pelas autoridades como tendo grande mobilidade no país e estão em prisão preventiva desde a sua captura, que ocorreu em Maio.

Neste processo em concreto, o trio enfrenta apenas uma acusação de furto qualificado pelo assalto a um café, mas os indivíduos são suspeitos de estarem envolvidos numa vaga de crimes que ocorreu dias antes nos concelhos de Almeirim e da Chamusca. Além de estarem já referenciados pela GNR, um dos arguidos tem cadastro por furtos no Algarve, região onde é suspeito em vários inquéritos policiais em curso, e outro já foi condenado num caso de furto de cobre, no Ribatejo.

O gang foi interceptado pela GNR em Almeirim no dia 25 de Maio, pouco tempo depois do assalto ao café Bento, em Paço dos Negros, Fazendas de Almeirim. Na viatura, os militares encontraram um monitor LCD, tabaco e quase 400 euros em dinheiro que os suspeitos tinham acabado de furtar. Em buscas domiciliárias realizadas nas casas dos arguidos, a GNR recuperou objectos que tinham sido roubados dias antes de uma residência no Chouto, Chamusca (que os proprietários usam como segunda habitação), e no kartódromo de Almeirim, de onde os assaltantes levaram um portátil, telemóveis, rádios e equipamentos completos para a prática do karting.

Aquando da captura, a GNR recuperou o produto do furto no café em Paço dos Negros, o pé de cabra, luvas e uma lanterna. Dois dos arguidos eram vizinhos na Roménia. Em Portugal, continuaram a dedicar-se a actividades ilícitas, tal como já faziam no país de origem. O trio está em prisão preventiva porque juíza de instrução criminal considerou que existia o risco de fuga e a continuação da actividade criminosa.

A PSP deteve um total de nove condutores nas últimas duas madrugadas só nas cidades do Cartaxo e Santarém. Entre as 00h00 e as 7h00 de sábado, 17, e domingo 18 a polícia efetuou uma mega-operação de controlo de trânsito, que resultou na detenção de sete condutores por excesso de álcool no sangue, 1 por conduzir sem habilitação legal e outro por motivos diversos.

Ao todo a polícia fiscalizou a velocidade de 360 viaturas e efetuou 140 testes de alcoolemia, tendo detetado 35 condutores em excesso de velocidade, 5 infrações graves e quatro muito graves por excesso de álcool. Foram ainda verificadas outras infrações ao código da estrada.

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