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João Macedo, um angolano que residia desde 1975 em Pernes, concelho de Santarém, completava 59 anos de idade no dia de Natal. Por ironia do destino, morreu carbonizado numa barraca de madeira que ardeu durante a madrugada sem ninguém se aperceber.

O incêndio só foi detectado pelas 10h40 da manhã, por uma prima da vítima mortal, Maria Manuela Macedo, que viu muito fumo a sair do anexo quando ia dar de comer ao gado. “Eu nem tive coragem de me aproximar, quando pensei que ele poderia estar lá dentro. Corri de imediato para ligar para o 112”, contou a mulher à Rede Regional.

Quando os bombeiros voluntários de Pernes chegaram ao local, numa escarpa de difícil acesso nas traseiras da casa da prima, já nada havia a fazer. As causas do incêndio estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária (PJ), que esteve no local a recolher provas, mas a familiar admite que o acidente possa ter sido provocado por um cigarro ou por um isqueiro, uma vez que a barraca servia precisamente para guardar palha e feno para o gado.

“Infelizmente, não é primeira vez que isto acontece. Ele já escapou de boa a outras duas situações iguais, uma delas até cá dentro de casa”, recordou Maria Manuela Macedo, explicando que o álcool deu cabo da vida da vítima. João Macedo foi durante muitos anos torneiro de madeiras em várias fábricas de Pernes, mas ultimamente estava desempregado e fazia apenas uns biscates a tratar de animais e em trabalhos agrícolas.

“Ele tinha um problema muito grande com a bebida e andava sempre com um cigarro na boca. Eu avisei-o várias vezes para ter cuidado, mas ele não dava ouvidos a ninguém”, lamenta a prima, que garante não ter ouvido João Macedo chegar a casa.

“Entretanto, já soube que esteve com um homem aqui de Pernes que lhe costumava arranjar trabalho, mas não sei a que horas passou para a barraca”, onde era costume pernoitar nos últimos meses. “Ele merecia melhor sorte. Era um bom homem”, lamentou a familiar.

No Inverno, nomeadamente na época de Natal e Ano Novo, o número de incêndios em contentores do lixo, aumenta consideravelmente o que faz com que os bombeiros tenham de ocorrer várias vezes a estes sinistros.

Para se ter a ideia da dimensão do problema, em Almeirim, só no espaço de uma semana, seis contentores ficaram queimados ou inutilizados devido ao facto de muitas pessoas continuarem a depositar as brasas de lareiras, braseiras ou grelhadores nos contentores.

O prejuízo ascende a cerca de 1.200 euros, sem contabilizar os custos com as deslocações dos bombeiros e os riscos inerentes à possibilidade de o fogo alastrar a viaturas ou habitações.

A única solução para evitar este problema é não depositar as brasas nos contentores, mesmo que aparentem estar completamente apagadas. Basta um pequeno foco de calor para que, em contacto com um papel, se dê a ignição de um incêndio.

As famílias de Abrantes com três ou mais filhos ao seu encargo e os agregados que já beneficiam de tarifas sociais vão ter uma redução na factura do serviço de abastecimento de água, segundo o novo tarifário aprovado pela Câmara Municipal, que entra em vigor em Janeiro de 2012.

Na globalidade, os preços aplicados não sofrem aumentos, apesar de existirem alguns escalões que sobem para compensar aqueles em que a tarifa efectivamente desce. Segundo a autarquia, esta opção foi tomada para atenuar os efeitos que a actual conjuntura económica está a provocar junto das famílias. Por exemplo, segundo números da Câmara, para as famílias com três filhos, o 1º escalão vai até aos 14m3. Para os agregados com quatro filhos dependentes, o 1º escalão vai até 17m3, e passa para os 20 m3 de consumo mensal no caso das famílias com cinco ou mais filhos.

As tarifas referentes aos resíduos sólidos urbanos (RSU) vão ter um aumento de 3%, um valor que está ligeiramente abaixo do índice da inflação em Setembro, cifrado 3,33%. De acordo com a Câmara, este aumento não tem qualquer expressão na tesouraria do município e visa apenas impedir que continue a degradar-se a sustentabilidade deste serviço. Quanto às tarifas do saneamento, “terão a actualização prevista nos termos do contrato de concessão, sendo receita da empresa concessionária”, esclarece ainda a autarquia.

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