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Um cliente e a proprietária de um café em Amiais de Cima, concelho de Santarém, foram violentamente agredidos sem razão aparente por dois homens a quem foi pedido que não fumassem junto ao balcão e que desimpedissem a passagem de serviço. Os dois indivíduos vão responder no Tribunal de Santarém por dois crimes de ofensa à integridade física qualificada e um crime de dano, uma vez que ainda provocaram prejuízos materiais avultados no estabelecimento, antes de ir embora.

Os arguidos, acompanhados de duas mulheres, estavam em Amiais de Cima a fazer um suposto peditório solidário para a Associação Forte Abraço, um centro de reinserção social de Palmela, em Novembro de 2009. Segundo a acusação do Ministério Público, terá sido uma das mulheres quem ofendeu verbalmente e se envolveu numa discussão com a dona do Café Central, após esta ter pedido para não fumarem ao balcão. Na sequência, um dos arguidos agrediu a vítima pelas costas com uma cadeira e desferiu-lhe um murro na cara. Um cliente, de 53 anos, levou com uma garrafa de vidro num olho ao acudir à proprietária e separar a briga. Antes de sair para a rua, os dois arguidos, de 35 e 44 anos, destruíram várias mesas e cadeiras, e partiram garrafas e cinzeiros, provocando danos avaliados em cerca de 500 euros.

As vítimas sofreram ferimentos graves e tiveram que ser assistidas no Hospital de Santarém. O arguido mais velho, natural de uma aldeia perto de Amiais de Cima, era já conhecido por provocar distúrbios.

A empregada de mesa que planeou o assalto à ourivesaria Pinhal, na Chamusca, em Abril de 2011, vai cumprir sete anos de prisão efectiva, ao passo que os dois executantes do crime apanharam apenas cinco anos cada um.

O colectivo de juízes do Tribunal da Golegã considerou o trio culpado dos crimes de roubo agravado, coacção agravada, detenção de arma proibida e falsificação de documento.

A “cérebro” do assalto e condutora do carro de fuga, Fátima Antunes, de 35 anos, foi condenada também por condução de veículo sem habilitação legal. A pena aplicada à arguida foi ainda agravada por ter confessado durante o julgamento que planeou o crime poucas horas antes no café do Entroncamento onde trabalhava, e que era sua a caçadeira de canos serrados usada no assalto.

Os factos remontam a 7 de Abril de 2011, quando, pelas 11h50 da manhã, Ângelo Carvalho, de 39 anos, e Bruno Nunes, de 25, entraram de caçadeira em punho na ourivesaria Pinhal, ameaçando de morte o dono do estabelecimento, José Pinhal, e um empregado, Raul Silvestre. Dos expositores, roubaram relógios e objectos em prata no valor de 1.250 euros, e 200 euros da caixa registadora, em moedas e notas.

O trio foi detido poucos dias depois, na zona da Amadora, pela PSP e pela Polícia Judiciária de Leiria, que conseguiu recuperar os artigos roubados, a arma de fogo e outros objectos usados para cometer assaltos, dentro do carro usado na fuga, um Audi de alta cilindrada com matrículas falsas, conduzido por Fátima Antunes.

Os bombeiros voluntários de Salvaterra de Magos deixaram de assegurar os serviços ligados ao socorro na sexta-feira, 17 de Fevereiro, por falta de combustível nas duas ambulâncias que ainda estavam operacionais.

A situação financeira dramática que a corporação atravessa, em que já não há sequer dinheiro para o gasóleo, foi confirmada à Rede Regional pelo comandante José Alberto, que adianta que as restantes viaturas, incluindo as de combate ao fogo, estão operacionais até ficarem com os depósitos vazios.

O último fornecedor de combustível deixou de o fazer no passado dia 12 de Fevereiro, pois necessitava de guias que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos, actualmente sem direcção eleita, não pode emitir.

Desde então, a corporação tem-se socorrido das verbas angariadas pelos peditórios recentes da Comissão de Amigos dos bombeiros, mas esse dinheiro também já acabou. “Estamos de mãos atadas”, afirma José Alberto, acrescentando que, até ao meio da tarde de sexta-feira, ainda não tinha sido recusado nenhum serviço, o que acontecerá caso a situação não se altere.

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, entretanto informada do problema, comprometeu-se perante o comandante e a direcção demissionária a suportar os custos com o gasóleo, provisoriamente, até que seja resolvido o vazio directivo que a associação atravessa.

“Neste momento, estamos à espera que nos indiquem onde e em que condições podemos ir abastecer as viaturas”, explicou José Alberto, que lamenta toda esta situação. “É o socorro à população que está comprometido e é isso que nos preocupa, acima de tudo”, desabafou o comandante.

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