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A campanha de recolha de géneros alimentares promovida pela Câmara Municipal de Santarém, na Gare da Liberdade, terminou no dia 21 de Dezembro, tendo conseguido este ano recolher mais de 5 toneladas de alimentos.

Para além de vários anónimos que fizeram questão de contribuir para esta campanha, associaram-se também algumas empresas da região, nomeadamente, a Águas de Santarém, a Aquapor – Serviços S.A., a Central de Cervejas, do Jardim de Infância do Choupal (doação dos pais), a J.J.Louro, a Residencial Beirante, a STR-Urbhis e a Sumol-Compal.

A “Gare da Liberdade” foi assegurada, diariamente, por voluntários do Banco Local de Voluntariado de Santarém e por alunos da Escola Profissional do Vale do Tejo que permitiram que a campanha fosse feita diariamente de forma ininterrupta, das 10h00 às 19h00, desde o dia 28 de Novembro.

Como em anos transatos, os géneros alimentares recolhidos nesta campanha vão agora ser entregues ao Banco Alimentar Contra a Fome.

Cerca de 40 professores do agrupamento de escolas de Marinhais participaram numa acção de formação da Quercus sobre a redução dos consumos de água e energia em ambientes escolares e residências particulares.

Durante esta iniciativa, Filipa Alves, da associação ambientalista, apresentou resultados de vários estudos que comprovam que, com gestos simples, é possível poupar água e energia nas escolas, nas empresas e em casa, com ganhos ambientais e poupança de recursos financeiros.

Por exemplo, a simples substituição dos autoclismos por equipamentos com controlo do volume da descarga ou a colocação de redutores de caudal nas torneiras podem representar uma poupança de centenas de euros numa escola, no final de cada mês.

A nível da energia, a opção por lâmpadas florescentes de baixo consumo e a escolha e equipamentos com baixo consumo de energia permitem recuperar o investimento realizado num curto espaço de tempo. Desligar todos os equipamentos em vez de os deixar em stand-by “é fácil e ajuda a poupar muita energia”, salientou a técnica, que integra a equipa do projecto “Escolas Amigas do Ambiente”.

Esta acção, realizada no passado dia 21 de Dezembro, foi promovida pelo sector de educação da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, em parceria com a Águas do Ribatejo e a QUERCUS, inserida no projecto de responsabilidade ambiental em curso na empresa intermunicipal que gere os sistemas de abastecimento de água e saneamento básico em sete concelhos do distrito.

Segundo uma nota de imprensa da Águas do Ribatejo, nos últimos dois anos, a empresa acções com mais de 5.000 pessoas, a maioria estudantes de vários níveis de ensino. “Os resultados são visíveis com uma redução significativa dos consumos de água nas escolas, equipamentos públicos e também nas residências”, lê-se no documento.

João Macedo, um angolano que residia desde 1975 em Pernes, concelho de Santarém, completava 59 anos de idade no dia de Natal. Por ironia do destino, morreu carbonizado numa barraca de madeira que ardeu durante a madrugada sem ninguém se aperceber.

O incêndio só foi detectado pelas 10h40 da manhã, por uma prima da vítima mortal, Maria Manuela Macedo, que viu muito fumo a sair do anexo quando ia dar de comer ao gado. “Eu nem tive coragem de me aproximar, quando pensei que ele poderia estar lá dentro. Corri de imediato para ligar para o 112”, contou a mulher à Rede Regional.

Quando os bombeiros voluntários de Pernes chegaram ao local, numa escarpa de difícil acesso nas traseiras da casa da prima, já nada havia a fazer. As causas do incêndio estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária (PJ), que esteve no local a recolher provas, mas a familiar admite que o acidente possa ter sido provocado por um cigarro ou por um isqueiro, uma vez que a barraca servia precisamente para guardar palha e feno para o gado.

“Infelizmente, não é primeira vez que isto acontece. Ele já escapou de boa a outras duas situações iguais, uma delas até cá dentro de casa”, recordou Maria Manuela Macedo, explicando que o álcool deu cabo da vida da vítima. João Macedo foi durante muitos anos torneiro de madeiras em várias fábricas de Pernes, mas ultimamente estava desempregado e fazia apenas uns biscates a tratar de animais e em trabalhos agrícolas.

“Ele tinha um problema muito grande com a bebida e andava sempre com um cigarro na boca. Eu avisei-o várias vezes para ter cuidado, mas ele não dava ouvidos a ninguém”, lamenta a prima, que garante não ter ouvido João Macedo chegar a casa.

“Entretanto, já soube que esteve com um homem aqui de Pernes que lhe costumava arranjar trabalho, mas não sei a que horas passou para a barraca”, onde era costume pernoitar nos últimos meses. “Ele merecia melhor sorte. Era um bom homem”, lamentou a familiar.

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