PUB

chamusca parque de sonhos

PUB

fos2022

PUB

visite santarem

PUB

avisan 2022

PUB

 PUBsalvaterra natal

O Tribunal de Santarém vai começar a julgar um militar da GNR acusado por um total de seis crimes: um de abuso sexual de criança, um de pornografia de menores, um de importunação sexual de menor, dois de perturbação da vida privada, e ainda outro de ameaça.

wshoppingSlide thumbnail

O arguido, de 57 anos, prestava serviço no Comando Territorial de Évora quando foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) de Leiria, em junho de 2020, na sequência de uma queixa-crime apresentada pela mãe de uma das vítimas.

wshoppingSlide thumbnail

Na busca domiciliária realizada na sua residência, os inspetores apreenderam cerca de 1.400 ficheiros de vídeo classificados como pornografia de menores, com jovens de tenra idade em atos e poses de cariz sexual.
Além do equipamento informático, a PJ apreendeu também os telemóveis que o militar utilizou para importunar duas menores de idade, ao longo de mais de um ano.

Telefonemas e mensagens deixaram vítimas aterrorizadas
Segundo a processo, a que a Rede Regional teve acesso, o arguido começou em outubro de 2018 a telefonar e mandar mensagens (escritas e de voz) ameaçadoras e de cariz sexual para uma jovem de 15 anos, residente em Lisboa.
Em alguns dos contatos, o arguido dava a entender que se estava a masturbar, enquanto ameaçava de morte a vítima ou dizia que queria manter relações sexuais com ela.
A segunda vítima é uma menina de 12 anos, residente em Torres Novas, que o arguido chegou a acompanhar no percurso casa – escola, tentando ganhar a sua confiança por ser agente da autoridade.
O GNR começou também a enviar-lhe mensagens onde expressava o desejo de fazer sexo com a menor e a irmã, com uma linguagem vernácula, e passou a ligar-lhe quase diariamente, muitas vezes durante a madrugada.
A vítima acabou por mostrar o telemóvel à família, que apresentou queixa-crime.
As menores viviam aterrorizadas devido aos contatos do arguido, que eram feitos através de “número privado”; segundo o MP, tinham medo de ser violadas ou agredidas, deixaram de andar sozinhas na rua e baixaram o rendimento escolar.
Além do processo interno que enfrenta na GNR, o arguido, caso seja condenado, deixará de poder ter menores de idade à sua guarda, ou de desempenhar funções (públicas ou privadas), que envolvam contato regular com menores.

 



Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

PUB

jorge malacas

PUB

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

aguas barco

APOIO

  • ba01.jpg
  • ba02.jpg

PUB

mercadinho almeirim

Quem está Online?

Temos 580 visitantes e 0 membros em linha