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Entre os 16 e os 20 anos, uma jovem foi sistematicamente abusada sexualmente sob ameaças de morte e coação psicológica por um homem que mantinha um relacionamento amoroso com a sua mãe, que sabia do caso mas nunca o denunciou às autoridades.

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O suspeito, de 61 anos, vai começar a ser julgado no Tribunal de Santarém por um crime de violação agravada e dois de violência doméstica, cometidos sobre a ex-amante e a filha, que tem hoje 22 anos.
Segundo o processo, a que a Rede Regional teve acesso, o arguido conheceu a vítima quando se envolveu num relacionamento “aberto” com a mãe (ambos tinham outros parceiros), no final de 2014, tendo desenvolvido uma espécie de fixação obsessiva pela então menor.
As relações sexuais forçadas com a vítima começaram nos finais de 2016, quando o arguido ia buscar a rapariga à escola, em Tomar, e parava o carro a poucos quilómetros de casa da vítima, no concelho de Ferreira do Zêzere.
Nos meses seguintes, o predador obteve um controlo total da vida da arguida: seguia-a para todo o lado, controlava o seu telemóvel e os contatos nas redes sociais, proibiu-a de contatar com os amigos e ameaçava que a matava a ela e à mãe, caso denunciassem o caso à GNR ou desobedecessem às suas instruções.
Nas declarações que prestou para memória futura, já em 2020, a vítima explicou que aguentou os anos de sucessivos abusos por medo do temperamento violento do homem e por receio de ser institucionalizada, uma vez que corria um processo na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) em relação à sua situação familiar.
Segundo o que consta do processo, a jovem chegou a ser ameaçada de morte com uma faca, com a agulha de uma seringa encostada ao pescoço, que supostamente teria veneno no interior, e até atirada da Barragem do Castelo de Bode, num episódio em que o homem a tirou do carro e a encostou ao paredão, ameaçando atirá-la à água caso não lhe fosse fiel.
Em 2018, segundo a Acusação do Ministério Público (MP), chegou a ficar grávida e contou ao arguido, que a incentivou a abortar para não estragar a vida em tão tenra idade.
O predador foi detido pela GNR de Ferreira do Zêzere em setembro de 2020, e está a guardar julgamento sujeito a pulseira eletrónica e com proibição total de se aproximar das vítimas.



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