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Um oficial da GNR está a responder no Tribunal de Santarém pelo desaparecimento de um carro apreendido numa operação de combate ao tráfico de estupefacientes, que ninguém sabe atualmente onde possa estar.

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A viatura, um Honda Civic, foi apreendido em junho de 2016 na sequência de uma operação de combate ao tráfico de estupefacientes do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Coruche, e transportado para as instalações da GNR de Santarém.
Em 2018, a proprietária do carro, companheira de um dos suspeitos no processo de droga, recebeu uma carta a informar que podia ir levantar a viatura, uma vez que já não tinha qualquer interesse para a investigação.
Ao dirigir-se à GNR de Santarém, a mulher, de 34 anos, descobriu que o seu carro tinha desaparecido misteriosamente do parque de viaturas do quartel, sem ninguém saber para onde tinha sido transportado.
O Comando da Guarda abriu um processo disciplinar interno, onde apurou que uma empresa de reboques de Santarém foi efetivamente chamada ao quartel por um militar, mas não há documentos oficiais de registo do levantamento.
Em tribunal, o rebocador confirmou que transportou o Honda Civic para as instalações da empresa, na Zona Industrial de Santarém, mas disse desconhecer o paradeiro do carro daí para a frente, e que o mesmo pode ter sido levado para uma oficina no Vale de Santarém, onde são abatidos veículos em fim de vida.
O processo judicial, a que a Rede Regional teve acesso, tem como arguido único o então adjunto do comandante do Destacamento Territorial de Coruche, que o Ministério Público (MP) considera responsável pela supervisão de todos os postos da Guarda.
Este capitão da GNR, de 37 anos, está a responder por um crime de descaminho de objeto colocado sob o poder público.



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