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“O socorro nunca esteve em causa e foi sempre garantido”, defende o Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS), em reação ao facto da Câmara de Santarém ter divulgado um Acórdão da Direção Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) que obriga os operacionais a garantir o socorro às populações, mesmo estando em greve.

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Em comunicado, o SNBS sustenta que a “única diferença dos serviços mínimos decretados pela DGAEP para os que tinham sido decretados pelo SNBS, é que a DGAEP acedeu aos pedidos da autarquia, e agora foram incluídos serviços que não são socorro.
O mais grave, segundo o sindicato, “é que exigem serviços máximos com efetivos mínimos, pois foram reduzidos o número de bombeiros disponíveis por viaturas para prestar socorro, baseando-se numa norma da ANEPC, norma essa que vai contra toda a formação que um Bombeiro Sapador adquire no treinamento para executar missões de socorro.
“Pois aceitam reduzir o número de Bombeiros no VUCI de 6 para 5, obrigando em última análise, a que um Bombeiro num incêndio urbano tenha que decidir se resgata vítimas ou se apaga o fogo”, lê-se no mesmo comunicado, que acrescenta ainda “que não se garante o mínimo de proteção para a saúde e integridade física dos bombeiros”.
“Esperemos que esta decisão não venha a trazer nenhum infortúnio para os bombeiros sapadores, ou para os munícipes, pois se tal acontecer, irão ser exigidas responsabilidades”, afirma ainda o SNBS.

Notícia relacionada:
Acórdão obriga bombeiros grevistas a garantir socorro à população



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