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O ex-militar da GNR que está acusado da autoria de dois incêndios florestais no concelho de Abrantes confessou ter sido o autor de um deles, mas negou ter estado na origem do segundo fogo.

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Na primeira sessão do julgamento, que decorreu esta segunda-feira, 1 de fevereiro, no Tribunal de Santarém, o arguido assumiu a culpa do incêndio de pequenas dimensões ocorrido no dia 11 de julho de 2020, na Estrada da Matagosa, freguesia de Fontes, mas refutou ter sido o autor do fogo florestal do dia 13, que destruiu cerca de 18 hectares de terreno e colocou em perigo várias casas na aldeia da Ribeira da Brunheta.
Ao coletivo de juízes, o ex-militar, de 49 anos, contou que apenas foi ver esse fogo “por mera curiosidade”, pois andava à procura de um amigo que mora nas redondezas, e foi mal indicado pelas duas testemunhas que o viram, e pela equipa dos bombeiros de Abrantes que seguia para o combate a outra ignição, a quem tentou travar a marcha conduzindo a sua moto no meio da estrada.
“Se tivesse sido eu, tinha fugido e não ficava lá para ver aquilo arder”, acrescentou.
O relato atabalhoado do homem não convenceu o coletivo de juízes, que quis saber porque razão o arguido confessou ter ateado o primeiro fogo, apenas dois meses depois de ter sido condenado a quatro anos de prisão, com pena suspensa, também por um crime de incêndio florestal, em 2019.
“Não sei explicar qual a razão, mas quando bebo muito dá-me para essas coisas”, afirmou o arguido na sala de audiência, atribuindo o problema à sua longa dependência alcoólica e ao facto de nunca ter recebido ajuda psiquiátrica.
No dia 11, segundo o seu relato, seguia com um amigo na sua moto, os dois bastante bebidos, quando decidiu parar para urinar; foi então que, sem saber concretizar porquê, decidiu atear fogo à vegetação, e fugir do local.
Recorde-se que o arguido foi detido dois dias depois, durante o grande incêndio de 13 de julho, por uma patrulha da GNR, tendo acusado uma taxa de 1,66 g/l e estando na posse do frasco de álcool e do isqueiro que terá usado nas ignições.
Em Tribunal, o ex-militar disse ainda que o álcool era para “desinfetar as mãos” e que nem sequer precisava dele para atear os fogos.

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