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Entre dezembro de 2018 e março de 2020, uma mulher residente numa aldeia perto de Tomar fez do crime o seu modo de vida para sustentar o longo vício de heroína.

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A arguida, de 43 anos, está acusada pelo Ministério Público (MP) de um total de 20 crimes, entre os quais 18 de furto e furto qualificado, um de ofensa à integridade física e outro de burla informática qualificada.
Os casos pelos quais está a responder no Tribunal de Santarém, e que resultam de 18 inquéritos policiais diferentes, vão desde o simples furto de carteiras e telemóveis em cafés e lojas, onde aproveitava as distrações momentâneas dos clientes ou dos empregados, até assaltos em residências.
O roubo mais grave ocorreu em setembro de 2019, após a arguida ter roubado a carteira de um homem residente em Tomar, numa situação em que estava embriagado.
Além do dinheiro que o lesado trazia consigo, 400 euros que usou para comprar droga, a mulher conseguiu descobrir o código PIN do cartão multibanco, com a ajuda de uma cúmplice.
Em apenas dois dias, fizeram levantamentos, transferências bancárias e compras de artigos de luxo em lojas em Tomar, Santarém e Entroncamento, num valor superior a 8.000 euros.
Neste processo, a cúmplice, de 53 anos e residente em Tomar, responde por um crime de furto, e há também um ex-companheiro da arguida, de 46 anos e residente no Entroncamento, que está acusado pelo MP de um crime de furto qualificado.

 



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