PUB

chamusca covid responsavel

PUB

banner cms riscos

José Estorninho começou esta segunda-feira, 26 de outubro, a responder no Tribunal de Santarém pela morte do próprio irmão, Carlos Estorninho, ocorrida na sequência de uma briga entre ambos em Setembro de 2018, perto da casa onde residia a vítima mortal, na Chamusca.

Slide thumbnail

A primeira sessão ficou marcada pelo depoimento das duas testemunhas oculares da contenda entre os irmãos, que desmentiram parte do Despacho de Acusação do Ministério Público (MP).
Segundo a Acusação, o arguido terá usado o cabo de madeira de uma machada para agredir o irmão nas costas e nas pernas, e desferido socos na cabeça da vítima mortal quando esta já estava no chão, mas nenhum dos relatos confirmou estes factos ao coletivo de juízes.
Uma das testemunhas afirmou nem sequer ter visto a agressão fatal, ao passo que a segunda garantiu que José atingiu Carlos apenas com duas bofetadas, tendo este batido com a cabeça no pavimento e feito um traumatismo profundo, que o deixou inconsciente e lhe veio a provocar a morte.
O arguido, de 54 anos, que está acusado de um crime de ofensa à integridade física agravado pelo resultado morte, foi o primeiro a prestar declarações nesta primeira audiência, onde explicou que a morte de Carlos, na altura com 47 anos, resultou de um tremendo infortúnio, do qual está arrependido.
José explicou o mau relacionamento entre ambos e admitiu ter agredido Carlos à bofetada, mas negou toda a matéria que está relacionada com os socos e o uso da machada, que ele próprio tirou das mãos da vítima mortal.

Altercação por motivos fúteis redunda em morte
Os factos remontam a 5 de setembro de 2018, após a companheira de José Estorninho ter recebido uma mensagem de telemóvel a relatar que Carlos Estorninho tinha mandado para o meio da rua roupa e outros pertences que José ainda guardava em casa da mãe, e onde residia o mais novo.
O casal foi à procura da vítima mortal, que estava num café perto da casa, na zona alta da Chamusca, onde os três se envolveram na briga da qual resultou a morte de Carlos.
Depois de socorrida pelos bombeiros, o homem saiu do local com lesões muito graves a nível encefálico, tendo sido transportado para o Hospital de São José, em Lisboa, em estado de coma.
Carlos Estorninho acabou por morrer internado no Hospital de Santarém, ainda em coma, a 11 de dezembro de 2018.

 



leziria startup

 

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

PUB

Scalhidraulica

Quem está Online?

Temos 617 visitantes e 0 membros em linha