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O Tribunal de Santarém vai começar a julgar um cadastrado que lançou uma verdadeira onda de assaltos em Almeirim, voltando ao crime apenas três meses depois de ter sido libertado da cadeia.

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Entre o final de janeiro e meados de fevereiro de 2020, o arguido é suspeito de ter assaltado as instalações da Câmara de Almeirim, da escola secundária Marquesa de Alorna, do Centro de Recuperação Infantil de Almeirim (CRIAL), dois restaurantes na cidade e um posto de combustível.
Foi precisamente durante o assalto a esta gasolineira na zona industrial da cidade que foi detido em flagrante pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Santarém, que já andava no seu encalço.
Segundo o Despacho de Acusação, a que a Rede Regional teve acesso, contava com o apoio de um cúmplice, que conseguiu fugir para parte incerta.
Dos locais que visitou, o arguido, de 33 anos, conseguiu furtar mais de 1.000 euros em dinheiro, uma grande quantidade de tabaco, bebidas alcoólicas, telemóveis, computadores portáteis, tablets e outros equipamentos informáticos que vendia a amigos e conhecidos, por valores irrisórios.
Após a sua captura, a GNR de Almeirim conseguiu recuperar alguns dos objetos furtados junto de terceiros que os tinham comprado.
Em 2016, este assaltante, natural de Benfica do Ribatejo, foi condenado pelo Tribunal de Setúbal a uma pena de seis anos de prisão por quatro crimes de furto qualificado, tendo sido libertado em outubro de 2019.
Neste novo processo, o Ministério Público pede que seja julgado como reincidente uma vez que voltou à criminalidade cerca de três meses depois da liberdade condicional.

 



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