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Treze arguidos suspeitos de pertencerem a um grupo que terá furtado mais de dois milhões de euros, em ataques a pelo menos 87 caixas multibanco em todo o país, começa a ser julgado a 6 de janeiro, no Tribunal de Coimbra.

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Os assaltos decorreram entre setembro de 2016 e dezembro de 2017 em diversos distritos, como Lisboa, Setúbal, Santarém, Évora, Beja, Leiria, Coimbra, Porto e Braga, numa ação que recorria a explosões para assaltar os terminais de multibanco.

Segundo a agência Lusa, que teve acesso ao processo, antes dos furtos, os membros "selecionavam criteriosamente as caixas multibanco", procurando perceber a marca e modelo do terminal, através de consultas de movimento de cartões de débito, tendo preferência pelas caixas de uma versão da marca Bausa, mais "antiga e ultrapassada e com menos mecanismos de segurança".

Para o assalto, o grupo recorria a carros previamente furtados e usava chapas de matrículas também roubadas e correspondentes a outros veículos.

No local, era habitual os arguidos pulverizarem as câmaras de vídeo dos circuitos de gravação, levavam consigo diversas peças de roupa para trocarem após a prática dos crimes e utilizavam rádios portáteis emissores/recetores por forma a não recorrerem a telemóveis.

Ainda segundo a acusação, para o assalto, para além do material necessário para o roubo, como botijas de gás acetileno e mangueiras, estavam também munidos de armas de fogo, como revólveres e espingardas AK-47, bem como extintores que podiam aspergir contra as viaturas policiais em caso de perseguição.

A ação do grupo acabou quando, após um furto em Torres Novas, ao chegarem ao armazém de Alcobaça com o dinheiro, foram intercetados por elementos da PJ e da GNR, que acabaram por os deter.



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