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Inaugurado esta quarta-feira, 14 de dezembro, o Hospital Privado de Santarém (HPS), um investimento de 13 milhões de euros, tem como objetivo dar uma resposta abrangente em termos de saúde para os doentes da região. Construído de raiz num edifício com 5.700 metros quadrados, fica situado na rua Nova, que liga São Domingos ao Outeirinho, poucos metros acima da loja Staples.

A abertura ao público é já esta quinta-feira, com o início das consultas externas e na sexta abrem as três salas de bloco operatório. Além destas duas vertentes o Hospital Privado de Santarém disponibiliza também exames complementares de diagnóstico, imagiologia e medicina física e de reabilitação.

Preparado para todas as valências, à excepção da cirurgia cárdio-toráxica, o HPS é propriedade da Scalmed (clínica situada na Estrada de São Domingos), e resulta do investimento de quatro médicos e três particulares do concelho.

O director clínico do Hospital Privado de Santarém, António Júlio Silva, revela que a unidade de saúde vai trabalhar essencialmente com seguradoras mas quer alargar os acordos a outras entidades, além de pretender estabelecer relações com o Hospital Distrital de Santarém, quer na oferta médica e de serviços quer em termos de recursos humanos, nomeadamente na formação dos mais jovens.

Nesta fase irão trabalhar no hospital cerca de seis dezenas de colaboradores, entre enfermeiros, auxiliares e técnicos. Os médicos não pertencem aos quadros da empresa e virão essencialmente do Hospital Distrital de Santarém e de Lisboa.

As comissões de utentes dos concelhos que são abrangidos pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria II vão reunir-se na quarta-feira, 14 de Dezembro, em Almeirim, para tomar uma posição conjunta face ao previsível encerramento de extensões de saúde e à falta de médicos e pessoal de enfermagem.

Estarão presentes representantes das comissões locais de Almeirim, Alpiarça, Vale de Cavalos (concelho da Chamusca), Muge, Granho e Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos), e do Couço (Coruche), num encontro que servirá também para discutir novas formas de luta e de protesto, uma vez que estes movimentos populares já garantiram várias vezes que não vão baixar os braços.

Neste sentido, a Comissão de Utentes do Concelho de Benavente (CUCB) vai inaugurar um monumento de protesto contra as medidas que estão a ser implementadas pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT). A cerimónia está marcada para sábado, 17 de Dezembro, às 11 horas, no parque 25 de Abril, onde a CUCB vai erigir um monumento em forma de pirâmide onde constarão todas as reclamações da população feitas até ao momento.

Esta comissão teme que o encerramento da extensão de saúde de Santo Estêvão esteja para breve, uma vez que a escala de serviço para o mês de Janeiro de 2012 já não inclui os enfermeiros que lá prestam serviço três dias por semana. Além da CUCB, também a Junta de Freguesia e a Câmara de Benavente estão a tentar obter respostas junto do Ministério da Saúde e da ARS-LVT sobre o futuro desta extensão de saúde.

O Ministério da Saúde anunciou também que Luís Cunha Ribeiro é o novo presidente do conselho directivo da ARS-LVT, substituindo no cargo Rui Portugal, que tinha assumido a liderança desta estrutura em Agosto de 2008, nomeado então pela ministra Ana Jorge. Cunha Ribeiro, antigo director clínico do Hospital S. João no Porto e ex-presidente do conselho directivo do INEM, terá como vogais Luís Pisco, especialista em medicina familiar, e Pedro Alexandre, um advogado de formação com longa carreira na área de saúde.

Utentes das extensões de saúde de Granho e Muge, ambas no concelho de Salvaterra de Magos, manifestaram-se esta sexta-feira, 25 de novembro, em frente à sede do Agrupamento de Centros de Saúde Lezíria II, em Almeirim, em protesto contra o encerramento das duas unidades.

O ato mais simbólico do protesto foi a entrega de um caixão aos responsáveis do agrupamento, uma forma de sensibilizar para a necessidade de reabrir aqueles serviços. No entanto, o encontro entre representantes dos manifestantes e responsáveis do agrupamento não correu bem, com ambas as partes a trocarem acusações.

Teresa Faria, porta voz destes utentes, em declarações à Agência Lusa, citadas por vários jornais, diz que saiu indignadíssima do encontro mantido com a coordenadora do ACES Lezíria II, Luísa Portugal, entendendo que existe má fé na insistência de que não existem condições para a reabertura daquelas duas extensões de saúde, encerradas há mais de um ano.

Na resposta, Luísa Portugal reconheceu que a situação atual não é a melhor para os utentes, mas assegurou que, dada a escassez de recursos humanos, sobretudo de médicos, a concentração das consultas na extensão de saúde de Glória do Ribatejo é a melhor solução face às circunstâncias.

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