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A supressão de consultas no Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do centro de saúde de Benavente e a reduzida duração dos contratos de enfermagem foram os principais motivos que levaram o deputado José Luís Ferreira, do Partido Ecologista “Os Verdes” a exigir esclarecimentos ao Ministério da Saúde acerca da prestação de cuidados de saúde neste concelho.

O deputado quer saber porque é que a renovação dos contratos de enfermagem é feita apenas por três meses, e que razões levaram à diminuição do serviço de enfermagem ao domicílio, questão para a qual não foi dada, até ao momento, qualquer explicação por parte da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT).

Os Verdes recordam que após “após a luta travada pela Comissão de Utentes do Concelho de Benavente e as diligências institucionais exercidas pelos autarcas locais, foram renovados os vários contratos de forma a assegurar os serviços médicos e de enfermagem do SAP de Benavente e na Extensão de Saúde de Porto Alto”, mas apenas por três meses.

Deste facto resulta “uma grande incerteza relativamente à continuidade destes serviços a partir do próximo mês de Setembro, data na qual o problema se colocará novamente”, acrescenta o eleito.

No documento que entregou na Assembleia da República na sexta-feira, 13 de Julho, José Luís Ferreira questiona ainda “quais os motivos para a suspensão da consulta de diabetes no centro de saúde de Benavente” e “para quando a reabertura das restantes unidades de cuidados de saúde personalizados”.

A situação que se vive em Benavente “dificulta o acesso da população do concelho aos cuidados de saúde, tanto mais que o mesmo tem outras extensões de saúde encerradas, como por exemplo Foros de Almada e Barrosa e que a unidade de cuidados de saúde personalizados de Santo Estêvão foi reactivada, mas com o horário de enfermagem reduzido”, salienta ainda o eleito.

A Comissão de Utentes do Concelho de Benavente (CUCB) vai organizar uma iniciativa de protesto em  defesa dos serviços públicos de saúde na freguesia de Santo Estêvão. A iniciativa realiza-se a 14 de Julho, em hora e local a divulgar oportunamente.

O protesto, cujos moldes serão discutidos nos próximos dias, resulta da preocupação da comissão com várias situações que têm ocorrido naquela freguesia, entre elas o facto de no dia 30 de Junho caducarem os contratos com a empresa de trabalhos temporários que guarnece com médicos o SAP de Benavente e a Extensão de Saúde do Porto Alto. No mesmo dia terminam igualmente os contratos temporários com as enfermeiras que prestam serviço no SAP.

Outra das preocupações é o limite das credenciais do SNS para consultas de especialidade no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Benavente ter terminado em Março, restando neste momento alguma disponibilidade somente para as especialidades de Cirurgia Plástica e de Dermatologia.

A juntar a tudo isto a comissão diz que o Centro de Saúde de Benavente tem um défice de funcionárias administrativas, sendo que duas das que ali prestam serviço estão a ser pagas pela Câmara Municipal de Benavente que também suporta o custo da funcionária que presta serviço na Extensão de Saúde do Porto Alto. Esta situação vai-se agravar por via de 4 das funcionárias mais antigas e experientes estarem à beira da aposentação e pela política vigente não serão substituídas.

A CUCB, além de informar a população sobre o que se está a passar, vai preparar também uma vigília em defesa da saúde em Benavente na última semana de junho.

A administração do Hospital Distrital de Santarém reconheceu esta terça-feira, 29 de maio, que os vinte médicos especialistas em medicina Interna são insuficientes para responder às exigências dos serviços de assistência.

A informação foi avançada ao deputado António Filipe (PCP), eleito pelo distrito de Santarém, que esta manhã visitou o hospital, na sequência da carta aberta subscrita pelos onze médicos internistas de Medicina Interna.

Pelo contrário, a administração desmentiu categoricamente os boatos sobre o encerramento da maternidade, garantindo que não conhece qualquer dado que leve a essa situação, apesar de verificar uma redução de partos – em 2011 realizaram-se 1350 quando há quatros anos atrás foram à volta de 1700.

Recorde-se que em Abril António Filipe apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao governo sobre que medidas vão ser tomadas para garantir o reforço indispensável do número de médicos especialistas de Medicina Interna do Hospital de Santarém, questão à qual ainda não obteve resposta.

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