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A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) vai solicitar uma reunião com carácter de urgência ao Ministro da Saúde para entregar as mais de 25 mil assinaturas que já conseguiu recolher até ao momento, num abaixo-assinado contra a reorganização de serviços no Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).

Uma das reivindicações populares é a continuidade do serviço de urgências no Hospital de Tomar, que poderá estar em risco, uma vez que um estudo da Comissão para a Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência, divulgado esta semana, aponta para o seu encerramento.

Uma vez que Paulo Macedo garantiu que não vai aplicar as propostas antes de um debate profundo com as populações e os órgãos autárquicos locais, a CUSMT sustenta que as 25 mil assinaturas são uma resposta cabal ao ministro, a quem exigem “respeito pelo povo”.

Além da continuação da urgência no Hospital de Santa Maria, o abaixo-assinado da CUSMT defende também que os serviços de medicina interna, cirurgia em ambulatório e pediatria devem existir em todas das unidades hospitalares do CHMT, Tomar, Torres Novas e Abrantes.

A comissão vai também solicitar reuniões com as direcções executivas dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) “Zêzere” e “Serra D’Aire”, e com o conselho de administração do CHMT, a quem vai pedir explicações sobre “reestruturações que ninguém prevê ou assume, mas que afectam gravemente as populações do Médio Tejo”.


A colocação de mais dois médicos em Alpiarça para substituir os clínicos cubanos que deixaram de prestar serviço no passado mês de Junho foi a principal reivindicação assinalada pelos cerca de 500 populares que participaram numa vigília de protesto em frente ao centro de saúde local, na terça-feira, 17 de Julho.

A comissão de utentes de saúde do concelho de Alpiarça, que organizou esta iniciativa, colocou uma tribuna pública no local para dar oportunidade aos munícipes de expressarem o seu descontentamento com a prestação de cuidados de saúde no concelho, e relatarem de viva voz os problemas que enfrentam ou as situações de falta de assistência que são obrigados a superar.

Além dos populares, a vigília, realizada entre as 18 e as 20 horas, contou com as intervenções de António Filipe, deputado do PCP eleito pelo círculo de Santarém, Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça, Francisco Madeira Lopes, do Partido Ecologista “Os Verdes”, e de Elisabete Relvas, da comissão de saúde local, entre outros responsáveis políticos.

Recorde-se que a cessação de funções dos dois clínicos de Cuba, a quem a Ordem dos Médicos retirou a autorização para exercer medicina após terem chumbado num exame de português, deixou cerca de 4 mil utentes sem médico de família. Estes profissionais vão voltar a realizar o exame no final do mês de Agosto.

O presidente da Câmara de Alpiarça disse ter a garantia da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) de que os médicos serão novamente colocados em Alpiarça assim que tiverem aprovação da Ordem dos Médicos. Com este assunto em cima da mesa, Mário Pereira reuniu com a direcção da ARS-LVT na semana passada.

Além desta questão, os utentes de saúde de Alpiarça bateram-se também pela reabertura das extensões de saúde nas aldeias do Frade de Baixo e Frade de Cima e pelo reforço dos serviços de enfermagem no centro de saúde de Alpiarça, entre outras questões pelas quais a comissão promete lutar em novas acções de protesto.


A comissão de utentes de saúde de Alpiarça vai realizar uma vigília em frente ao centro de saúde da vila na terça-feira, 17 de Julho, entre as 18 e as 20 horas, com o objectivo de exigir a reabertura dos postos médicos nas aldeias do Frade de Baixo e Frade de Cima, bem como a colocação mais dois médicos no centro de saúde.

Esta iniciativa de protesto surgiu na sequência de uma reunião realizada na Casa do Povo de Alpiarça, onde vários membros da comissão e alguns populares se mostraram bastante descontentes com o actual serviço de prestação de cuidados de saúde, sobretudo desde a cessação do contrato de dois médicos que prestavam serviço no centro de saúde, sem que esteja prevista a sua substituição.

Na reunião, foi ainda abordado a situação do encerramento das extensões no Frade de Cima e Frade de Baixo, “dois lugares isolados com falta de redes de transporte, com um nível populacional envelhecido e de poucos recursos económicos”, salienta um comunicado da comissão de utentes.

Segundo o mesmo documento, os organizadores da vigília exigem também “a colocação de um enfermeiro e de um administrativo para completar o lugar em falta de um funcionário que se reformou e agendar a substituição dos que se irão reformar em breve”. As reivindicações são fundamentais “para que este centro de saúde possa funcionar e dar resposta a população com um serviço digno, criando assim o bem-estar da população”, sublinha a comissão de utentes. 

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