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O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Ribatejo inicia este mês um rastreio aos diabéticos inscritos nos seus centros de saúde. Os doentes serão convocados com cerca de duas semanas de antecedência, através de carta proveniente da unidade de saúde, indicando o dia, a hora e o local do rastreio.

Os primeiros entre os quase 150 mil utentes do ACES Ribatejo a serem chamados serão os diabéticos de Rio Maior e Azambuja (novembro e dezembro), seguindo-se Cartaxo (dezembro e janeiro), Golegã (janeiro) e Santarém (de janeiro e fevereiro). Caso o doente não seja contactado, deve informar-se durante o mês correspondente junto da secretaria da unidade de saúde a que pertence.

Em comunicado, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo justifica o rastreio com o facto de a retinopatia diabética se uma séria complicação da Diabetes Melittus, podendo inclusivamente conduzir à cegueira do doente se não for atempadamente diagnosticada.

Nestes rastreios, no caso de um resultado positivo, os utentes serão gratuitamente acompanhados por especialistas

Com cerca de 149.000 utentes, o ACES do Ribatejo desenvolve atividades de prevenção da doença, de prestação de cuidados na doença e outros serviços de continuidade de cuidados, fazendo ainda vigilância epidemiológica, investigação em saúde, controlo e avaliação de resultados e participa na formação de diversos grupos profissionais, adianta o comunicado.

Santarém é o distrito do país onde os medicamentos sem receita médica são mais baratos. A conclusão é da DECO, que realizou um estudo sobre o preço destes medicamentos em Portugal.

 Associação de Defesa dos Consumidores elaborou uma espécie de cabaz de medicamentos e comparou o seu preço ao longo do país, concluindo que Santarém é o distrito mais barato, com uma média de 80,47 euros (abaixo dos 84,61 euros da média nacional). Do lado oposto está Beja, o distrito mais caro, onde este cabaz de medicamentos custaria em média 95,71 euros.

O mesmo estudo concluiu que os hipermercados vendem os medicamentos sem receita médica 20 por cento mais baratos do que as farmácias e desde 2005 até hoje baixaram os preços de alguns fármacos, contrariando o que se passa nas farmácias e outros locais de venda autorizada, que mantêm a tendência geral de subida de preços.

Nos pontos de venda dos hipermercados, a fatura total dos 19 medicamentos analisados pela DECO fica 20% mais barata do que nas farmácias e 19% relativammente a outros locais de venda.

A DECO revela ainda que, nalguns casos, o mesmo medicamento chega a custar quase o dobro na farmácia do que nos hipermercados. “Em comparação com os hipermercados, pagará mais 43% pelo Thrombocid e mais 36% pelo Aero OM, só para citar as maiores diferenças”, exemplifica o estudo. Nos outros pontos de venda, são mais caros do que nos hipermercados cinco medicamentos: Bisolvon, Mebocaína forte, Antigrippine, Trifene 200 e Zovirax.

Apesar das cadeias de hipermercados serem as mais baratas, ainda existem diferenças entre elas. O El Corte Inglés é o mais caro, cobrando mais 26% do que as outras lojas da amostra: o Espaço Bem-Estar Pingo Doce, o Espaço Saúde e Bem-Estar (Auchan) e o Well’s Continente, estes três sem grandes variações de preço.

O questionário foi realizado em junho de 2011 e incidiu sobre o preço dos 19 medicamentos sem receita médica mais baratos e analisados pela DECO desde 2006 em 500 farmácias e 400 locais de venda autorizada.

O estudo vai ser publicado na revista Teste Saúde de dezembro/janeiro, que sai esta sexta-feira, 25 de Novembro.

Cerca de dois mil diabéticos participam este sábado, 19 de Novembro, em Santarém, no quinto Fórum Nacional da Diabetes. O encontro realiza-se no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA) e tem como tema “Mais vale prevenir do que remediar”.

O objetivo é alertar para a necessidade de prevenção e o fórum vai debater áreas como a nutrição, o álcool, a atividade física e o tabaco.

O programa do Fórum é composto por uma conferência de abertura, às 10h00, a cargo do coordenador da comissão de coordenação do programa Nacional de prevenção e controlo da diabetes, José Manuel Boavida, dedicada ao tema “Como é que as Nações Unidas querem combater a Diabetes”, por Simpósios subordinados à Nutrição, ao Álcool e à Atividade Física, pela Conferência “Consequências do hábito de fumar. Será fácil deixar de fumar?”, bem como por um debate sobre a “Importância das Associações de Pessoas com Diabetes na prevenção da Doença” e por um programa de atividades ao ar livre.

O evento conta ainda com o chefe de cozinha Hélio Loureiro, que fará uma sessão para ajudar a confecionar pratos saudáveis, terminando o encontro com uma mega sessão de exercício físico, no âmbito do programa “caminhar para o equilíbrio”.

O quinto Fórum Nacional da Diabetes, que contará com a presença do Ministro da Saúde, Paulo Macedo, e do Diretor Geral da Saúde, Francisco George, é aberto a todos os interessados mas é necessária inscrição prévia no site www.forum-diabetes.net .

Em Portugal há cerca de 980 mil diabéticos identificados sendo que quase metade não sabiam que tinham a doença porque não valorizaram o facto de serem portadores de fatores de risco, nomeadamente, ser filho de diabéticos, excesso de peso, vida sedentária, hipertensão arterial, colesterol alto e doenças cardiovasculares.

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