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A administração do Hospital de Santarém tem até quinta-feira, 13 de novembro, para contratar mais enfermeiros para o Serviço de Urgência, sob pena de assumir “toda e qualquer responsabilidade” caso aconteça “qualquer incidente negativo na prestação de cuidados devido àquelas condições de trabalho”.

O ultimato é do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que esta segunda-feira, 10 de novembro, em comunicado, lamentando o arrastamento do problema e revela que neste momento estão alocados aos Serviços de Urgência apenas 11 enfermeiros para 14 postos de trabalho “determinando uma sobrecarga de trabalho em todos os turnos, manhã, tarde e noite”.

O mesmo comunicado afirma que existe um 15.º posto de trabalho, “onde em média estão internados entre 20 a 30 doentes principalmente do foro médico, dependentes, que aguardam internamento num qualquer serviço do hospital mas que ali podem ficar durante vários dias”. O documento adianta que “a este posto de trabalho não está alocado qualquer enfermeiro, quando deveriam estar entre três a cinco”, concluindo que, “por turno, na Urgência do Hospital de Santarém, faltam entre seis a oito enfermeiros”.

“É num contexto de arrastamento deste problema que os enfermeiros decidiram dizer basta” e decidiram exigir do Conselho de Administração” a admissão de mais enfermeiros para a Urgência até 13 de Novembro, que o numero de enfermeiros a alocar tem que estar de acordo com as necessidades identificadas e que em reunião entre sindicado e a administração sejam discutidas e decididas outras formas de minimizar/resolver o problema.

“É inadmissível que em alguns dias todo o pré-hospitalar esteja bloqueado porque as macas dos bombeiros estão na urgência do Hospital de Santarém” termina o comunicado.

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Uma avaria no sistema do furo de captação que abastece a localidade do Pinheiro Grande, no concelho da Chamusca, está a deixar centenas de pessoas sem água.

A Águas do Ribatejo, empresa responsável pelo Sistema de Abastecimento, estima que o abastecimento seja restabelecido após as 22h00 e justifica a demora com a natureza dos trabalhos. Trata-se de um furo antigo com material descontinuado, cuja reparação exige substituição integral do grupo e trabalhos demorados.

A empresa informa ainda que este furo, o único a abastecer Pinheiro Grande, será desativado e selado após a entrada em funcionamento do novo sistema de abastecimento a partir do novo reservatório do Eco Parque do Relvão, prevista para Dezembro.

Para garantir o abastecimento nos casos mais urgentes, está a ser disponibilizada água num autotanque dos Bombeiros da Chamusca colocado no centro do Pinheiro Grande.

estrume

A associação ambientalista Quercus denunciou esta quarta-feira, 29 de outubro, o abandono de resíduos da exploração do Aviário do Marmeleiro, em Tomar. Em comunicado, a associação diz que “as autoridades não resolvem o problema, que está a contaminar terras e águas, constituindo uma ameaça à saúde pública com a proliferação de moscas na localidade do Marmeleiro.

A Quercus explica que foi alertada para a deposição, a céu aberto, de grandes quantidades de resíduos provenientes da exploração do Aviário do Marmeleiro, Lda., situado entre a localidade de Marmeleiro e Corujo, na freguesia de Madalena, no Concelho de Tomar.

“Os resíduos e subprodutos constituídos por dejetos e cadáveres de galinhas estão a ser abandonados num terreno atrás das instalações do aviário, sem qualquer impermeabilização, contaminando os solos e colocando em risco a qualidade das águas. São depositados em grandes montes e apresentam milhares de larvas de mosca no início do Outono, o que contribuiu para a grande proliferação de moscas, colocando em causa a saúde pública e a qualidade de vida das populações”, diz o mesmo comunicado.

Dada a gravidade da situação, a Quercus solicitou a intervenção da autoridade licenciadora, a DRAP-LVT – Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, assim como da Direção Geral de Alimentação e Veterinária, da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, do SEPNA da GNR, da Câmara Municipal de Tomar e da Delegada de Saúde de Tomar.

No entanto, a associação diz que “apesar de ter passado mais de um mês, as autoridades ainda não atuaram em conformidade com a necessidade de remoção e regularização da situação.

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