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O Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Vale de Santarém comemora no dia 4 de Fevereiro o seu 40º aniversário, uma data marcante para esta associação que já contribuiu para ajudar a salvar muitas vidas e neste momento conta com mais de 550 dadores inscritos.

Nestas quatro décadas, o grupo empenhou-se para que dádiva de sangue se assuma como uma atividade que contribui significativamente para a realização pessoal e para o verdadeiro significado do que é “dar” sem olhar a quem e sem quaisquer interesses.

Atualmente, o grupo está a harmonizar processos que possam levar à total informatização da actividade da associação, nomeadamente um melhor aproveitamento das redes sociais e a partilha de informação através da criação de um site institucional. A direção quer também dinamizar acções com escolas, infantários e outras instituições que possam “instruir” crianças para os benefícios da dádiva benévola de sangue e deste modo, incutir nos mais novos valores como a solidariedade, companheirismo e camaradagem.

A próxima dádiva, a realizar em colaboração com o Instituto Português de Sangue, decorrerá nos dias 26 e 27 de Janeiro, entre as 9h00 e as 13h00 no Salão Paroquial do Vale de Santarém. As dádivas seguintes, com horários semelhantes e no mesmo local, realizam-se nos dias 25 e 26 de Maio e a 5 e 6 de Outubro do corrente ano.

 

Jantar e eleições

Para assinalar estes 40 anos, o Grupo de Dadores de Sangue do Vale de Santarém realiza a 9 de Fevereiro um almoço na Estação Zootécnica Nacional, pelas 13h00. O repasto será gratuito para os dadores e ex-dadores do grupo.

Antes disso, a 1 de Fevereiro, pelas 21h00, o Grupo de Dadores de Sangue do Vale de Santarém vai a votos. As listas candidatas aos Órgãos Sociais poderão ser entregues à Mesa da Assembleia Geral até às 21h00 horas desse dia.

 

O deputado do PCP, António Filipe, quer saber que diligências estão a ser equacionadas pelo Ministério da Saúde para permitir a colocação de mais dois médicos na USF da Chamusca e para garantir a prestação das horas médicas extraordinárias disponibilizadas para o Centro de Saúde da Chamusca.

Num requerimento enviado á presidente da Assembleia da República, para que esta o reencaminhe ao Ministério da Saúde, o deputado eleito pelo círculo de Santarém questiona ainda que diligências estão a ser equacionadas com vista a dotar a equipa de Cuidados Continuados Integrados do Centro de Saúde da Chamusca com os profissionais em falta (fisioterapeuta, psicólogo e nutricionista) e com uma viatura própria para as suas deslocações na comunidade.

A terceira e última pergunta é se o Ministério da Saúde está a equacionar, com o Ministério da Agricultura, a utilização do edifício da Zona Agrária, na Chamusca, para dotar o Centro de Saúde com instalações condignas.


A urgência médico-cirúrgica do Centro Hospitalar Medio Tejo (CHMT), que está instalada em Abrantes, tem funcionado nos últimos dias com "dificuldades e problemas", segundo uma denuncia da Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT), divulgada após várias queixas de utentes, familiares e profissionais de vários serviços do hospital.

"Alguns utentes, devido à escassez de meios, não têm sido tratados com dignidade e qualidade", salienta a CUSMT em comunicado, onde se passam "situações que preocupam os profissionais e aumentam o sofrimento dos utentes e familiares".

A comissão atribui responsabilidades à reorganização em curso no CHMT, " de que tem resultado a prestação de menos cuidados de saúde, que estão mais caros, mais longe e, em alguns casos, de pior qualidade".

Um dos exemplos negativos foi a decisão de concentrar as urgências, uma vez que os factos "provam que as populações das zonas de Tomar e Torres Novas ficaram com um serviço de urgência mutilado, enquanto que Abrantes (ou qualquer das unidades) não tem condições para abarcar todas as necessidades de cuidados de saúde urgentes", salienta a mesma nota.

"No CHMT, atendendo a que não é conhecido o Plano de Atividade e Orçamento para 2013, volta-se a temer que seja apresentada mais uma fase da «reorganização», de que resulte a concentração de mais serviços, com claros prejuízos para os utentes e trabalhadores como tem sucedido até agora", sublinha ainda o comunicado da CUSMT.

Os representantes dos utentes continuam a reclamar que os serviços de urgência, medicina interna, pediatria e cirurgia do ambulatório devem existir nas três unidades do centro hospitalar, propostas estas propostas que já foram subscritas por 26 mil utentes, em abaixo-assinado enviado ao Ministério da Saúde.

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