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A trégua no tempo escaldante que se verificou nos últimos dois dias está terminada e as temperaturas vão voltar a subir em força a partir desta quarta-feira, 3 de julho.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a máxima prevista para a região de Santarém chega aos 24 graus na quarta-feira, sobe para 39 na quinta, antes de descer ligeiramente, para 37, na sexta-feira.

O fim de semana será ainda mais quente, com máximas de 40 graus no sábadoe 41 no domingo.

A próxima semana começa com 39 graus de máxima (2ª e 3ª feira), baixando para 37 (4ª), 34 (5ª) e 29 (6ª).

A Assembleia Municipal de Ourém enviou esta terça-feira, 2 de Julho, ao Ministério da Saúde, uma moção exigindo a manutenção do Serviço de Urgência Básico em Tomar com capacidade de resposta permanente.

A moção incluí uma lista de exigências na área da saúde e reivindica que o Centro de Saúde de Ourém permaneça aberto até às 24h00 e que sejam efetuadas consultas de especialidade naquela unidade, a partir do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Num ultimato ao Ministério, o documento refere que caso as medidas não se concretizem dentro de 30 dias e o Centro Hospitalar do Médio Tejo continue sem alterações que sirvam as populações do concelho de Ourém, a Assembleia municipal de Ourém vai exigir a passagem dos oureenses para o Centro Hospitalar de Leiria-Pombal.

Os membros daquele órgão autárquico recordam que o concelho de Ourém tem mais de 45.000 habitantes, é o segundo maior agregado populacional do distrito de Santarém, além de receber anualmente cerca de cinco milhões de visitantes a Fátima.

"Como é possível um hospital com uma urgência médico-cirúrgica, com todo o internamento de medicina, ortopedia, obstetrícia, UCIP, bloco operatório e neonatologia ficar sem o serviço de patologia clínica?", questiona a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT), que está a promover um abaixo-assinado contra a deslocação deste laboratório de Abrantes para outra unidade do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT).

Com o objetivo de reduzir custos, a unificação do serviço de patologia clínica foi anunciada pelo conselho de administração do CHMT a 16 de maio, ficando definido que o processo deveria ficar concluído durante o mês de junho.

Uma vez que a unificação implica a deslocação do serviço para outro hospital - Torres Novas ou Tomar - a comissão de utentes manifesta grandes reservas quanto à qualidade do serviço prestado à população, com o tempo de resposta dos resultados e com a confiança e qualidade desses mesmos resultados.

Em comunicado, a CUMST adianta que há episódios em que se sente a "tensão" entre médicos que necessitam com urgência dos resultados de análises cujos parâmetros têm que ser analisados noutras unidades.

"Estas situações resultam no transporte de amostras entre unidades, o que tem como consequência um grande aumento do tempo de resposta, importantíssimo nos casos que necessitam de decisões / intervenções médicas imediatas", salienta a comissão, para quem é incompreensível que se retire este serviço da unidade de Abrantes, dotada de mais valências e com maior volume de trabalho.

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