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A família de uma mulher que está internada há 25 dias no Hospital de Santarém está indignada pelo facto de ainda não ter sido elaborado o relatório de uma Ressonância Magnética (RM) fundamental para perceber o seu estado de saúde.

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A RM foi realizada a 12 de abril, mas o relatório final está por entregar porque a médica responsável estará “de férias”, segundo o que chegou a ser transmitido à família pelo restante corpo clínico que acompanha Lina Moreira Fino.
A mulher, de 55 anos, foi internada a 25 de março, devido a uma hemorragia no cerebelo, tendo realizado duas TAC’s que indicaram o agravamento do problema nos dias seguintes.
Segundo a filha, Marisa Moreira, a RM “foi pedida com urgência a 4 de abril, mas só foi realizada oito dias depois”, tratando-se de um meio de diagnóstico fundamental “para se saber de onde vem o problema e o tipo de terapêutica a aplicar”.
E sem o relatório, “os restantes médicos que a acompanham dizem que não podem fazer nada”, sublinha a mesma.
A família, que já formalizou queixa no Livro de Reclamações, explica ainda que Lino Fino mostra já “sinais de grande desgaste emocional”, pois “está deitada há tantos dias numa cama sem se poder sequer levantar. Tem sido um tormento aguentar esta situação”, segundo uma irmã, Anabela Lino.
Contatado pela Rede Regional, o Hospital de Santarém não esclarece se a situação se deve ou não a férias de uma médica, nem qual a razão para o atraso na produção do relatório.
Garante, no entanto, “que o acompanhamento feito à doente seguiu todos os protocolos” e que “prestou uma resposta adequada às necessidades da utente”.
Ainda segundo o hospital, o caso não foi classificado com “caráter de urgência”, e a “família foi informada de acordo com os procedimentos protocolares”.



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