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A concelhia do Bloco de Esquerda de Santarém colocou esta quinta-feira, 1 de Dezembro, 30 cartazes em montras de lojas encerradas no centro histórico da cidade.

Com a inscrição “Aqui Podia Trabalhar Gente”, as mensagens pretendem ser um alerta para a situação da zona mais antiga da cidade, que se encontra cada vez mais despovoado e com os estabelecimentos comerciais a fecharem uns atrás dos outros, aumentando o desemprego.

No entanto nem tudo correu bem nesta acção. na manhã seguinte os elementos do Bloco veriicaram que muitos dos cartazes já tinham sido arrancados por desconhecidos.

Ricardo Gonçalves, vice-presidente da Câmara de Santarém, os deputados Nuno Serra (PSD), Margarida Netto (CDS), e Francisco Madeira Lopes (CDU), e o socialista Carlos Catalão, vão discutir este domingo, 4 de Dezembro, a reforma da administração local e os seus impactos nas freguesias.

A iniciativa é da Junta de Freguesia do Arneiro das Milhariças (Santarém) e o debate, que vai ter lugar às 16h30, na sede da autarquia, será moderado pelo advogado Ramiro Matos, ex-vice-presidente da Câmara de Santarém.

A Câmara Municipal de Alcanena começou esta quarta-feira, 30 de Novembro, a pagar cerca de cinco milhões de euros em dívidas a fornecedores. O ato ficou marcado por uma cerimónia simbólica, em que a presidente da autarquia entregou meia centena de cheques a fornecedores do concelho, pagando dívidas de cerca de 400.000 euros.

“Devemos a duas centenas de fornecedores e entidades de Norte a Sul do país, mas era impossível fazer o pagamento pessoalmente a todos ou pedir que se deslocassem a Alcanena, pelo que optámos por convidar os fornecedores do concelho”, explicou Fernanda Asseiceira, citada pela Agência Lusa.

A autarca diz que o objetivo da cerimónia é dar uma palavra de agradecimento, depois de ter andado dois anos, desde que assumiu a gestão da autarquia, a pedir desculpa por não conseguir pagar o que o município devia.

Os pagamentos acontecem um mês depois do Tribunal de Contas ter dado visto favorável ao plano de saneamento financeiro apresentado pela câmara de Alcanena em maio último, autorizando a contração de um empréstimo de 5 milhões de euros para pagar as dívidas de curto prazo.

Fernanda Asseiceira frisou que entre as entidades credoras se encontram entidades públicas, já que a autarquia tinha uma dívida acumulada de cerca de 2 milhões de euros por falta de pagamento de gás, eletricidade, resíduos e ADSE, alguns remontando ao ano 2000.

Segundo disse, parte do crédito, 3,5 milhões de euros, foi conseguido junto da Caixa Geral de Depósitos e os restantes 1,5 milhões junto do Montepio Geral, ficando a autarquia com um encargo anual superior a 100.000 euros.

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