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Bernardo Pereira, o novo vereador da Câmara Municipal do Cartaxo que tomou posse na terça-feira, 10 de Janeiro, é um homem de 65 anos amplamente dedicado à causa da maçonaria, ligações que não esconde numa altura em que os principais responsáveis políticos do país discutem se as relações com esta sociedade secreta devem ser declaradas pelos titulares de cargos públicos.

“Todo este barulho é uma estupidez absoluta. É uma manobra de diversão que serve para distrair a opinião pública dos verdadeiros problemas do país”, disse Bernardo Pereira à Rede Regional, explicando que considera aberrante a ideia de qualquer indivíduo ser obrigado a declarar-se como pertencente a determinada ordem maçónica.

“Eu assumo-me como maçon, mas nunca posso exigir a outra pessoa que diga que também o é, porque, e digo isto com muita tristeza, ainda há muita gente que é perseguida ou que pode ser penalizado por isso”, afirmou Bernardo Pereira, que é presidente da Academia Maçónica Internacional de Letras, uma loja que tem sede em Lisboa e no Brasil.

Nos últimos anos, tem tido um papel bastante activo no aprofundamento de relações entre o movimento maçónico português e brasileiro. A fotografia da sua página pessoal no Facebook, onde aparece envergando vestes com símbolos maçónicos, é um exemplo do orgulho que sente em ser membro deste movimento. “Enquanto andamos a apontar o dedo uns aos outros por sermos isto ou aquilo, ninguém discute o desemprego, a fome ou as soluções para a crise”, lamenta.

O eleito ganhou um lugar no executivo municipal após um novo pedido de suspensão do mandato por 252 dias apresentado por Rita Gameiro, vereadora a meio tempo que invocou motivos pessoais e profissionais. Bernardo Pereira, que ficará como vereador a tempo inteiro, já tinha apresentado a sua renúncia à Assembleia Municipal do Cartaxo, onde era líder da bancada socialista. Os pelouros que serão da sua responsabilidade só deverão ficar definidos na próxima semana, segundo disse à Rede Regional. “Não tenho nenhuma área específica que gostasse de gerir directamente. As minhas expectativas passam por tentar fazer o melhor que posso pelo concelho e pelos munícipes, no que resta do mandato”, referiu.

Com um percurso profissional ligado aos seguros, Bernardo Pereira reformou-se como alto quadro do grupo internacional AXA e mantém um pequeno escritório em Vila Chã de Ourique, concelho do Cartaxo, onde reside. O novo vereador tem uma larga experiência política, depois de ter passado oito anos na Câmara de Loures e outros oito na Câmara de Lisboa. “Uma nova esperança – unir o que está disperso” foi o nome da sua candidatura à presidência da comissão política concelhia do PS Cartaxo, em Fevereiro de 2010, tendo sido um dos dois candidatos derrotados pelo actual presidente desta estrutura partidária, Pedro Magalhães Ribeiro.

Cumpridos pouco mais de dois anos do actual mandato autárquico, Bernardo Pereira é a terceira cara nova no executivo eleito pelo PS. As saídas de Rute Ouro e do ex-presidente Paulo Caldas, entraram em sua substituição Rita Gameiro e Fernando Martins. Este segundo pedido de suspensão apresentado por Rita Gameiro abre as portas a Bernardo Pereira, que era o 7º da lista que o PS candidatou às últimas eleições autárquicas.

A vereadora socialista na Câmara Municipal do Cartaxo, Rita Gameiro, pediu a suspensão de mandato e deverá ser substituída já esta terça-feira, 10 de janeiro, por Bernardo Pereira, que era líder da bancada socialista na Assembleia Municipal do Cartaxo mas que apresentou a renúncia ao cargo para o qual tinha sido eleito.

Para já não se conhecem as razões que levaram Rita Gameiro a pedir a suspensão do mandato nesta que é a terceira alteração no atual mandato, após as saídas de Rute Ouro (substituída por Rita Gameiro) e do anterior presidente, Paulo Caldas.

António Filipe, deputado do PCP eleito pelo círculo de Santarém, vai visitar o antigo complexo mineiro do Espadanal, em Rio Maior, na sexta-feira, 6 de Janeiro. A deslocação do deputado comunista tem como objectivo “a apreciação do processo de estudo e salvaguarda do património mineiro riomaiorense e do estado de conservação do complexo”, explica a EICEL 1920 - Associação para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico, que se tem insurgido publicamente contra o facto da Câmara de Rio Maior se ter recusado a abrir o procedimento administrativo para a sua classificação como património de interesse municipal.

O encontro com António Filipe está marcado para as 15 horas, no hotel Paulo VI, seguindo-se a visita à antiga fábrica de briquetes, e uma sessão de apresentação da história do período mineiro da cidade e do ponto de situação do pedido de classificação.

No âmbito do convite que a EICEL 1920 dirigiu a todos os grupos parlamentares, a primeira a visitar as antigas minas do Espadanal foi a deputada Catarina Martins, do Bloco de Esquerda, no passado dia 10 de Dezembro. Nessa ocasião, a eleita lamentou ter encontrado um verdadeiro depósito de sucata, onde abundam pneus gastos, resíduos de obras e até um amontoado de esculturas que já estiveram instaladas no jardim municipal. Catarina Martins considera que o local, ao ser usado como lixeira a céu aberto, constitui um verdadeiro perigo junto a um centro escolar. “A protecção deste importante património é, portanto, da máxima urgência, tanto para evitar a sua completa destruição, como para garantir a segurança pública”, assinalou a deputada no site do grupo parlamentar do BE.

Na sequência da sua deslocação ao local, Catarina Martins apresentou um requerimento no Parlamento onde questiona se a Secretaria de Estado da Cultura tem conhecimento de que o complexo mineiro do Espadanal está a ser utilizado como depósito de resíduos e materiais de construção. A eleita bloquista questiona ainda ao governo se concorda com a interpretação da Câmara Municipal de Rio Maior, que, recorde-se, recusou a abertura do processo de classificação com o argumento de que “o início de um processo e posterior classificação de um sítio implica uma série de condicionantes que, regra geral podem constituir mais um entrave que um apoio na gestão do património”, uma interpretação que a EICEL 1920 já veio a público lamentar profundamente.

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