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Ricardo Segurado e Carlos Nestal, ambos juristas, disputam esta quarta-feira, 30 de novembro, a liderança da concelhia de Santarém do Partido Socialista, atualmente chefiada por Pedro Pimenta Braz.

Unidos nas críticas a Moita Flores, atual presidente da autarquia escalabitana, a principal ambição de ambos os candidatos é a reconquista da Câmara Municipal de Santarém, perdida pelo PS em 2005 para o PSD. Ricardo Segurado, que já faz parte do secretariado da concelhia socialista, quer criar um gabinete de estudos para elaborar um programa eleitoral realista até ao final de 2012, comprometendo-se a envolver os militantes na escolha do candidato do PS às autárquicas de 2013.

Já Carlos Nestal, que atualmente é deputado na Assembleia Municipal de Santarém, quer realizar, no primeiro semestre de 2012, uma convenção autárquica com todos os que fizeram parte da candidatura às eleições de 2009, por considerar fundamental ouvir o que têm para dizer para preparar o combate eleitoral de 2013.

Para a liderança da Secção de Santarém, Segurado propõe Celso Pimenta Braz enquanto Nestal aposta em José Raimundo Noras. Para a mesa da assembleia de militantes, a escolha recaiu em Luís Almeida (lista de Segurado) e José Cruz Marques (lista de Nestal).

As eleições para a Secção de Santarém, a Comissão Política Concelhia e a Assembleia-Geral de Militantes do PS, realizam-se entre as 18h00 e as 22h00, na sede do Partido, na rua 1º de Dezembro, em Santarém.

Um debate sobre o vinho na gastronomia, o lançamento de um livro e a inauguração de uma exposição de fotografia marcaram as comemorações do 26º aniversário do museu rural e do vinho do concelho do Cartaxo, que decorreram nos dias 22 e 23 de Novembro.

Reflectir sobre as potencialidades da associação entre o vinho e a gastronomia foi o ponto de partida para o debate, que se realizou no dia 22, no auditório da Quinta das Pratas, com a presença de três técnicas do Instituto Piaget.

No dia seguinte, os irmãos Carlos e Pedro Inácio lançaram o livro “O Silêncio das Cegonhas” e inauguraram a exposição de fotografia com o mesmo nome, e que vai ficar patente ao público até 18 de Dezembro, no centro de promoção vitivinícola do museu.

As concelhias de Tomar do PSD e do PS anunciaram este sábado, 26 de Novembro, o fim da coligação que estabelecida após as últimas eleições autárquicas (em 2009), e que previa a partilha da gestão no executivo municipal.

O motivo para esta ruptura tem a ver com o chumbo, por parte do PS, da revisão orçamental da autarquia na Assembleia Municipal realizada na sexta-feira à tarde. Os socialistas, que se tinham abstido, na votação do mesmo documento na reunião do executivo da Câmara Municipal, viabilizando assim a sua aprovação, justificam a mudança do sentido de voto com o facto desta incluir nas contas da autarquia a dívida de 6,5 milhões de euros resultante do acordo com a Parque T.

Ainda na sexta-feira à noite, numa reunião da comissão política, os socialistas decidiram romper a coligação, uma vez que a atual concelhia não se revia no acordo assinado pela anterior direcção política do PS de Tomar.

Com o fim da coligação, o PSD passa a gerir o município de Tomar em minoria, já que detém apenas três dos sete mandatos. Nos próximos dias terá de haver uma redistribuição dos pelouros, uma vez que os dois vereadores do PS eram responsáveis pelas áreas do Urbanismo (José Vitorino) e dos Bombeiros e Proteção Civil (Luís Ferreira).

Recorde-se que nas autárquicas de 2009, o PSD venceu com maioria simples (34,96%), ficando com três eleitos no executivo, tendo os restantes sido conquistados pelo PS (20,89% e dois mandatos) e pelos Independentes por Tomar (19,99% e também dois mandatos).

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