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O Ministério da Administração Interna lançou esta quarta-feira, 16 de novembro, o projeto “Campo Seguro”, um programa para combater a criminalidade no meio rural, diminuindo o furto de fios de cobre, que este ano, até final de Agosto, representou um prejuízo superior a 22 milhões de euros.

O programa começa a funcionar esta quinta-feira nas zonas de maior risco, nomeadamente em campos e maquinaria agrícolas, armazéns e instalações elétricas da EDP, zonas que vão ser equipadas com sistemas de georeferenciação que permitam detetar em tempo real situações de furtos de fio de cobre e materiais agrícolas.

Santarém, Leiria e Porto são os três distritos mais afetados por este tipo de criminalidade que no ano passado ultrapassou as 3.700  ocorrências, sendo que um terço dos crimes ocorreram na via pública.

Recorde-se que sistema esteve a ser testado nas últimas semanas no distrito de Santarém com resultados que as autoridades consideram bastante positivos. Os equipamentos estarão ligados a uma sala de comando da GNR, que terá acesso em tempo real a qualquer tipo de movimentação e poderá atuar de imediato.

Segundo o ministério, há um conjunto de meios financeiros adstrito a este programa, sendo que as empresas envolvidas – EDP, PT, REFER e EPAL - vão avançar com valores até dois milhões de euros por ano para implementar este programa.

O Primeiro-Ministro está consciente que se está a pedir às pessoas um nível de sacrifício muito elevado e acha natural que os portugueses se manifestem, questionando-se como foi possível chegar aqui.

Em visita à Feira da Golegã, na manhã deste sábado, 12 de novembro, Pedro Passos Coelho afirmou que o caminho que Portugal tem que seguir é de muito trabalho e de muito afinco para que o país possa recuperar.

“Apelo a todas as pessoas para defenderem o país e para não paralisarem o país ou tornar ainda mais difícil a nossa missão”, disse o governante, que, sem fazer mais comentários, considerou “infelizes” as declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, que afirmou que se forem ultrapassados os limites, com perda de mais direitos, a resposta pode ser um golpe militar, mais fácil do que em 1974.

O executivo da Câmara do Entroncamento decidiu cancelar a cerimónia de aniversário da elevação a concelho que se assinala a 24 de novembro. A decisão foi tomada em solidariedade com a luta dos funcionários que queiram aderir à greve geral nacional marcada para esse dia.

Citada pela Agênia Lusa, a vice-presidente da autarquia, Paula Costa, explica que embora o executivo (PSD) esteja em total sintonia com as medidas adotadas pelo Governo, compreende o esforço muito grande que é pedido aos trabalhadores, sobretudo aos que recebem menos.

Esta medida acaba por ser a repetição do que aconteceu há um ano atrás, em 2010, quando, pela mesma razão, a câmara cancelou os festejos do feriado municipal também por coincidirem com o dia marcado para a greve geral.

O município decidiu manter apenas a realização da Gala Carril Dourado – que passa do dia 24 para o dia 30 – por se tratar de uma cerimónia que premeia o esforço das coletividades que contribuem para o desenvolvimento integral dos jovens do concelho.

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