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Um debate sobre o vinho na gastronomia, o lançamento de um livro e a inauguração de uma exposição de fotografia marcaram as comemorações do 26º aniversário do museu rural e do vinho do concelho do Cartaxo, que decorreram nos dias 22 e 23 de Novembro.

Reflectir sobre as potencialidades da associação entre o vinho e a gastronomia foi o ponto de partida para o debate, que se realizou no dia 22, no auditório da Quinta das Pratas, com a presença de três técnicas do Instituto Piaget.

No dia seguinte, os irmãos Carlos e Pedro Inácio lançaram o livro “O Silêncio das Cegonhas” e inauguraram a exposição de fotografia com o mesmo nome, e que vai ficar patente ao público até 18 de Dezembro, no centro de promoção vitivinícola do museu.

As concelhias de Tomar do PSD e do PS anunciaram este sábado, 26 de Novembro, o fim da coligação que estabelecida após as últimas eleições autárquicas (em 2009), e que previa a partilha da gestão no executivo municipal.

O motivo para esta ruptura tem a ver com o chumbo, por parte do PS, da revisão orçamental da autarquia na Assembleia Municipal realizada na sexta-feira à tarde. Os socialistas, que se tinham abstido, na votação do mesmo documento na reunião do executivo da Câmara Municipal, viabilizando assim a sua aprovação, justificam a mudança do sentido de voto com o facto desta incluir nas contas da autarquia a dívida de 6,5 milhões de euros resultante do acordo com a Parque T.

Ainda na sexta-feira à noite, numa reunião da comissão política, os socialistas decidiram romper a coligação, uma vez que a atual concelhia não se revia no acordo assinado pela anterior direcção política do PS de Tomar.

Com o fim da coligação, o PSD passa a gerir o município de Tomar em minoria, já que detém apenas três dos sete mandatos. Nos próximos dias terá de haver uma redistribuição dos pelouros, uma vez que os dois vereadores do PS eram responsáveis pelas áreas do Urbanismo (José Vitorino) e dos Bombeiros e Proteção Civil (Luís Ferreira).

Recorde-se que nas autárquicas de 2009, o PSD venceu com maioria simples (34,96%), ficando com três eleitos no executivo, tendo os restantes sido conquistados pelo PS (20,89% e dois mandatos) e pelos Independentes por Tomar (19,99% e também dois mandatos).

A Câmara do Cartaxo foi condenada pelo Tribunal da Relação de Évora a pagar 60 mil euros por falta de zelo nas fossas sépticas que acolhem os esgotos domésticos da população do Reguengo, na freguesia de Valada.

A Relação confirma assim a decisão anterior do Tribunal do Cartaxo, que já havia condenado a autarquia ao pagamento desta verba, na sequência de uma multa aplicada pela Inspecção Geral do Ambiente e Ordenamento do Território.

Após inspecção na sequência da denúncia de um munícipe, este organismo público concluiu que as fossas não eram alvo de manutenção regular e que o cheiro a esgoto era insuportável e traduzia-se num perigo para a saúde pública sobretudo nos dias de calor em que os insectos ocupavam o local.

Na altura, em Fevereiro de 2008, o Serviço Especial de Protecção da Natureza da GNR encontrou os cinco tanques completamente cheios, com os efluentes domésticos a correrem para a via pública.

A autarquia ainda atribuiu a responsabilidade a uma empresa agrícola que labora junto ao local e que, alegadamente, enviava a água das lavagens dos produtos hortícolas que comercializa para a rede pública de esgotos, justificação que não convenceu nenhum dos tribunais (Cartaxo e Relação), que confirmam a multa de 60mil euros.

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