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Um grupo de populares da freguesia da Gançaria aproveitou a noite de carnaval para mostrar o seu descontentamento com a possível extinção da freguesia. Pela madrugada, conduziram uma réplica de uma chaimite, que colocaram em frente aos Paços do Concelho de Santarém.

Este ato simbólico é uma forma da população dizer que não concorda com a extinção da sua independência como freguesia, um cenário que atualmente está em cima da mesa com a discussão da reforma administrativa que prevê a fusão e extinção de autarquias. Embora o processo ainda esteja numa fase inicial, a Gançaria é uma das 11 freguesias do concelho de Santarém que corre o risco de ser extinta.

 

O simbolismo desta brincadeira tem muito a ver com a Revolução de Abril de 1974. Recorde-se que foi numa viatura blindada igual a esta que Salgueiro Maia e suas tropas saíram do então quartel de Santarém, situado a 50 metros dos Paços do Concelho de Santarém, na madrugada de 25 de Abril de 1974 para colocarem fim à ditadura vigente.

 

Os presidentes das Câmaras Municipais de Alcanena, Mação e Ferreira do Zêzere vão ter a oportunidade de serem ouvidos pelo Ministério da Justiça no âmbito da reorganização do mapa judiciário, que prevê o encerramento dos tribunais nestas três comarcas do distrito de Santarém.

A informação foi avançada pelo presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), Fernando Ruas, à saída de uma reunião prolongada com a ministra Paula Teixeira da Cruz, na segunda-feira, 20 de Fevereiro.

Segundo Fernando Ruas, também presidente da Câmara de Viseu, a partir de Março, cada um dos 47 municípios afectados vai ser chamado ao Ministério da Justiça, onde terão oportunidade de discutir e apresentar as razões que os levam a opor-se à intenção do governo em encerrar os tribunais e juízos com menos de 250 processos entrados por ano.

O responsável explicou ainda que concorda com a metodologia de auscultar individualmente cada uma das autarquias, porque “só beneficia a discussão”, mas acrescentou que tem “profundas inquietações” em relação a este processo. Ruas acrescentou ter saído do encontro com a promessa de que, nos casos em que os argumentos dos municípios consigam convencer o Ministério da Justiça, esses mesmos tribunais não vão encerrar.

Os municípios afectados por esta decisão reagiram de imediato em coro contra a intenção do Ministério da Justiça, tal como a própria ANMP, para quem está em causa o encerramento de serviços essenciais para a população em zonas despovoadas do interior do país, em muitos dos casos.

“Se as soluções propostas nos convencerem que a justiça é melhor praticada, ficaremos a bater palmas”, acrescentou.

Apesar do governo ter mostrado que não está para folias e de ter mandado os seus funcionários trabalhar no dia de Carnaval, a  maioria das câmaras municipais do distrito de Santarém vai dar tolerância de ponto aos seus funcionários no dia de carnaval.

Dos 21 município do Ribatejo, 13 dão o dia inteiro aos seus funcionários: Almeirim (PS), Alpiarça (CDU), Benavente (CDU), Cartaxo (PS), Chamusca (CDU), Constância (PCP-PEV), Coruche (PS), Entroncamento (PSD), Mação (PSD), Salvaterra de Magos (BE), Sardoal (PSD), Torres Novas (PS) e Barquinha (PS).

Em Tomar (PSD), o executivo deliberou atribuir apenas a tarde, aos passo que em Ourém (PS) a Câmara dá dispensa aos trabalhadores mas assegura “atendimento mínimo aos utentes” e mantém a reunião de câmara agendada para esse dia. 

Sem tolerância de ponto, ficam Santarém (PSD), Ferreira do Zêzere (PSD), Rio Maior (PSD) e Golegã (PS).

Não foi possível apurar o que as autarquias de Abrantes (PS) e Alcanena (PS) decidiram acerca de conceder ou não tolerância de ponto neste dia.

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