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A esmagadora maioria das cidades e vilas do distrito de Santarém vai cortar nos gastos com iluminações de Natal.

Segundo um estudo da Agência Lusa, citado por vários jornais, a capital de distrito só vai acender as luzes mais próximo do Natal, reduzindo em cerca de 60 por cento, um orçamento que em 2010 já havia sido cortado, gastando cerca de 15.000 euros em iluminação.

Já Torres Novas vai ter apenas iluminação simbólica, feita com arcos e luzes que já pertencem à autarquia. As luzes vão acender-se apenas no centro histórico e com redução do horário de ligação das luzes.

Tomar decidiu apostar num programa de animação com a associação comercial local, escolas e associações, tendo esse programa e a iluminação um custo total de cerca de 8.000 euros (menos de metade dos 20.000 euros gastos em 2010).

Coruche, Almeirim, Barquinha, Benavente, Sardoal e Constância não vão ter nenhuma iluminações adicional nas ruas.

Situação inversa é a de Fátima, que aumenta este ano o investimento no projeto “Fátima Cidade Natal”, de 50.000 para 60.000 euros, uma iniciativa que é comparticipada em 80 por cento pelo programa “Mais Turismo Mais Centro”, do Turismo de Portugal.

Numa cidade vocacionada para o turismo religioso, o gasto é visto como um investimento. Além das luzes, o projeto inclui um comboio de Natal, concurso de presépios, “o grande presépio” do concelho, árvore de Natal, pista de gelo, casa do Pai Natal e casa das pinturas faciais.

Maria Teresa Azoia, natural de Casével, é a substituta de Vítor Gaspar no executivo da Câmara Municipal de Santarém, que sofreu uma redistribuição de pelouros após a morte do ex-vereador, falecido a 29 de novembro.

A jovem fadita vai ficar com os pelouros da defesa do consumidor e saúde, enquanto a presidência da empresa municipal de cultura e turismo (Cul.Tur) e o pelouro do Turismo passam a ser ocupados por António Valente.

O despacho de redistribuição dos pelouros que pertenciam a Vítor Gaspar, assinado na terça-feira, 6 de Dezembro, delibera ainda que a Cultura fica responsabilidade do presidente da autarquia, Moita Flores, e a Acção Social passa para o vice-presidente Ricardo Gonçalves.

Da esquerda à direita: os partidos políticos do Cartaxo estão unidos no apelo ao não na resposta à pergunta sobre a concessão do estacionamento na cidade a um privado, pelo prazo de 30 anos. O assunto vai a referendo local, no dia 18 de dezembro, mas, para já, tudo aponta para a vitória do não.

A maior surpresa vem do PS, partido que tem maioria absoluta no executivo camarário, e que decidiu concessionar o estacionamento a um privado. A concelhia socialista defende agora a exploração do estacionamento público pelo município, com tarifários que permitam uma eficaz e racional gestão dos lugares de estacionamento público, respeitando condições preferenciais para pessoas com deficiência/mobilidade reduzida, comércio e serviços locais, assim como para os residentes.

Na oposição, há muito que o não é a opção escolhida. O Bloco de Esquerda, partido que propôs o referendo estranha esta mudança dos socialista e fala em “estratégia política”, enquanto a CDU destaca o caricato de todos dizerem não, o que poderá desmobilizar as pessoas de irem votar. Já o PSD, que não é contra as concessões, neste caso opõe-se à entrega da gestão do estacionamento a um privado por um período que abrange sete mandatos autárquicos e que inclui todos os lugares de estacionamento disponíveis.

A pergunta a que os Cartaxeiros vão ter de responder a 18 de Dezembro é “concorda que a Câmara Municipal do Cartaxo contratualize a concessão de exploração do parque de estacionamento coberto e de mais 620 lugares de estacionamento dispersos nas ruas circundantes ao centro urbano, por um prazo de 30 anos, a uma empresa privada?”.

Para ser vinculativo, o referendo terá de ter os votos de mais de 50 por cento dos eleitores do concelho.

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