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A construção do Lar do Centro Social de Matas, no concelho de Ourém, arrancou “oficialmente”este domingo, 5 de agosto, com o lançamento da primeira pedra. A cerimónia realizou-se após um cortejo de oferendas realizado pela população, cujos fundos revertem para a construção deste equipamento.

Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca, afirmou que o lar de Matas foi sempre uma prioridade para o executivo municipal, sendo a sua construção possível porque o contrato já estava assinado antes da entrada em vigor da lei dos compromissos.

O autarca apelou também à união de todos já que os problemas sociais não se resolvem de um dia para o outro por isso é necessário continuamente encontrar respostas para os mesmos.


Um grupo de activistas de várias comissões de trabalhadores do distrito de Santarém lançou uma petição de âmbito nacional onde exigem a criação de impostos sobre o património de luxo e sobre as transações em bolsa, e exigem a renegociação das parcerias público-privadas.

A petição, que rejeita também liminarmente a adopção por parte do governo de novas medidas de austeridade, pode ser consultada e assinada no endereço de internet http://www.peticaopublica.com/?pi=P2012N26664.

Victor Franco, da Comissão de Trabalhadores (CT) da EDP/Distribuição (Santarém), João Gonçalves, CT da REN (Abrantes), Francisco Alves, da CT da CP (Tramagal), Joaquim Cruz, da CT do Banco de Portugal (Salvaterra de Magos), e Manuel Borrego, da CT da EMEF (Entroncamento), são os criadores e primeiros signatários do documento, que diz pretender “cessar a política de austeridade imposta sobre os rendimentos do trabalho e as prestações sociais”.

Mais em concreto, os peticionários pretendem a intervenção da Assembleia da República no sentido de produzir legislação para “criar um imposto sobre o património de luxo a partir de um milhão de euros, um imposto de 0,1% sobre as transacções na bolsa de valores mobiliários e renegociar as parcerias público-privadas (PPP), sujeitando o interesse privado à situação de emergência social e política actual”.

“Os trabalhadores têm vindo a ser sujeitos a fortíssimas medidas de austeridade que, além de constituírem um brutal ataque aos direitos de quem trabalha, têm originado degradação dos salários, reformas, pensões e outras prestações sociais, precarização e aumento exponencial da taxa de desemprego”, afirmam ainda os activistas em comunicado.

Os presidentes de junta e vários eleitos das freguesias de Vale de Figueira e Póvoa de Santarém não aceitam a união das suas freguesias com São Vicente, no primeiro caso, e com Achete e Azóia de Baixo, na segunda situação.

O descontentamento com o novo mapa de freguesias, aprovado por maioria na Assembleia Municipal de Santarém apenas com os votos do PSD, ficou bem patente nas várias intervenções feitas pelos autarcas na reunião do executivo da Câmara de Santarém, realizada esta quarta-feira, 1 de Agosto.

A intervenção mais emotiva foi a de Manuel Cordeiro, presidente da Junta de Freguesia de Vale de Figueira que, por várias vezes, teve de se sentar por não conseguir falar, tal a emoção que o assolava. Nas poucas palavras que conseguiu pronunciar, o autarca pediu ao executivo para não deixar avançar o processo de fusão, acrescentando que, se necessário, as freguesias iriam levar o caso ao Tribunal Administrativo. “A população é pacífica mas só até determinado ponto”, alertou.

O tom crítico das intervenções em relação à proposta social democrata foi unânime desde o início. Rogério Bernardino, eleito na Assembleia de Freguesia de Vale de Figueira, começou por questionar a ausência de critérios da proposta aprovada pelo PSD, concluindo que, no caso da fusão de São Vicente com Vale de Figueira, o único “critério” que parece existir “é o de criar o cargo de presidente de junta a tempo inteiro”.

Júlio Cabaça, ex-autarca na Póvoa e em Vale de Figueira recordou a fusão entre o Operário e os Leões de Santarém, dois clubes que deram origem ao União de Santarém, que de início era vista como uma vantagem mas que acabou por se revelar um fracasso. O experiente autarca alertou para as rivalidades adormecidas que podem renascer e trazer sérias consequências e questionou o executivo municipal se este estava disposto a ouvir a população e a aceitar a sua decisão.

“Hoje acaba a junta, amanhã fecha a escola… a gente já os conhece”, juntou José Maria Carvalho, presidente da Sociedade Columbófila de Vale de Figueira, antes de César Cordeiro, presidente da Assembleia de Freguesia da mesma localidade, questionar porque é que o presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves, não se pronunciou na Assembleia Municipal quando o assunto estava a ser discutido.

Do lado da Póvoa de Santarém, o presidente da junta de freguesia, António João Henriques, disse que andava “doente” com a fusão com Achete e Azoia de Baixo, mas acrescentou que se é mesmo preciso unir freguesias, que o povo possa decidir a quem se quer juntar. “É o povo que há-de dizer para onde quer ir”, disse o autarca, criticando a "pressa" do deputado Nuno Serra (PSD), apontado como o responsável por esta decisão que está a aquecer os ânimos das populações. “Não obriguem as juntas a juntar-se e a pagar a advogados”, rematou o autarca pedindo para o executivo “fazer o possível” para evitar esta decisão contra a vontade das populações.

Em resposta a todos estes argumentos, Ricardo Gonçalves respondeu que “o assunto não está encerrado” e que a autarquia ainda vai discutir o tema.

 

“Abriu-se um fosso entre Casével e Vaqueiros”

Além dos autarcas de Vale de Figueira e Póvoa de Santarém, quem também marcou presença na reunião de câmara foi o presidente da Junta de Vaqueiros que, na proposta do PSD, se vai unir à freguesia de Casével, cenário liminarmente recusado pela autarquia de Vaqueiros. “Abriu-se um fosso entre Casével e Vaqueiros”, disse Firmino Oliveira, acrescentando que esta decisão está a gerar “uma de situação de conflitualidade grave”.

O autarca diz que a sua freguesia, apesar de pequena, tem serviços indispensáveis á população, como o apoio domiciliário e, com alguma ironia, deixou no ar a possibilidade de a freguesia mudar de concelho.

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