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A Comissão Política Distrital de Santarém do Partido Social Democrata vai a votos no dia 3 de março de 2012, sábado.

As listas de candidatura para os Órgãos Distritais a eleger diretamente, que além da CPD incluem a Mesa da Assembleia Distrital, o Conselho de Jurisdição Distrital e os Delegados de Secção à Assembleia Distrital, deverão ser entregues até às 24h00 do dia 29 de fevereiro (terceiro dia anterior ao ato eleitoral).

Atualmente a Comissão Política Distrital do PSD é liderada pelo deputado Vasco Cunha, enquanto a Mesa da Assembleia Distrital tem como presidente o ministro Miguel Relvas. O Conselho de Jurisdição Distrital é chefiado por Jaime Ramos, presidente da Câmara do Entroncamento.

Alcanena, Ferreira do Zêzere e Mação são os três tribunais no distrito que o Ministério da Justiça pode vir a encerrar, segundo uma listagem divulgada pela agência Lusa que diz respeito à reorganização do mapa judiciário.

De acordo com o mesmo documento, esta decisão do governo, que pretende encerrar 47 tribunais / juízos com menos de 250 processos, prende-se com o fraco volume processual em curso nestes tribunais, assim como no facto dos processos poderem transitar para outras comarcas próximas.

Segundo a Lusa, a proposta foi elaborada pela Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ), e já terá sido comunicada à troika.

O documento antecipa também a refutação por parte de autarcas e população a alguma possível decisão do ministério, e adianta que a “concretização de tais opções de extinção conduzirá a alguma contestação local, a quem se imporá esclarecer da forma mais completa possível as opções tomadas”.

O presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores, vai passar a publicitar a sua agenda diária para provar que, mesmo tendo pedido o fim do regime de exclusividade, continua a trabalhar com toda a dedicação pelo concelho de Santarém.

No seu blogue pessoal “O Projéctil” (http://franciscomoitaflores.blogspot.com/), o autarca justifica algumas ausências recentes com problemas de saúde e critica a forma como um jornal local (que nunca identifica) tem tratado a questão.

“Infelizmente para mim, sofri no ano de 2010 vários revezes de saúde. Que sempre mantive, não em segredo, mas em discreto silêncio. Até que não foi possível manter mais o silêncio e a discrição porque fui hospitalizado. E meti um atestado médico de cinco dias. E mesmo assim compareci numa assembleia municipal e reconheço que foi dos momentos de maior debilidade que vivi, mas Santarém exigia isso e cumpri. Um jornal local garantiu que tive três semanas de baixa!!! Ou não percebeu ou fez que não percebeu”, afirma Moita Flores.

No mesmo comentário, o presidente diz que podia justificar as suas ausências “pedindo os respectivos atestados médicos” mas diz que sempre foi resistente “á cultura dos atestados médicos” e bem sabe “quanta preguiça, oportunismo, vadiagem mesmo, se esconde por detrás desse documento”.

Segundo diz, foi por essas razões que decidiu pedir o fim do regime de exclusividade, acrescentando que isso “não significa outra coisa que não seja receber metade do ordenado” a que tem direito.

Quanto às suas aparições na televisão, muito criticadas por quem diz que ele passa mais tempo na Tv que a tratar dos assuntos da autarquia, Moita Flores diz que é apenas convidado “de vez em quando” para ir a uma televisão, o que faz quando pode mas para prestigiar Santarém. “Bem sei, e o futuro irá mostrar, quanto dessa intervenção serviu para dar visibilidade á cidade e ao concelho que jurei servir com lealdade”, diz o autarca que atualmente é comentador do programa “Justiça Cega” (às segundas na RTP Informação) e comentador no programa “Até à Verdade” (aos sábados na SIC).
Recorde-se que Moita Flores anunciou esta semana que passou a exercer o cargo de presidente da autarquia em regime de não exclusividade, por razões de saúde, passado a receber metade do salário (cerca de dois mil euros). Antes, a 15 de Dezembro, igualmente no seu blogue pessoal, Moita Flores havia anunciado que sofre de diverticulite. “É assim uma espécie de infecção no intestino grosso que nos impõe uma dieta horrível, que nos atira abaixo com febre, que nos rouba as forças e, ainda por cima, incomoda seriamente. Se nos descuidarmos pode matar. Se tomarmos precauções, vive-se com decência”, explica o presidente da edilidade escalabitana.

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