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Voltar a eleger um deputado pelo distrito de Santarém e ganhar maior representatividade nas próximas eleições autárquicas são dois dos principais objectivos políticos da nova comissão coordenadora distrital do Bloco de Esquerda, que se apresentou numa conferência de imprensa realizada na segunda-feira, 14 de Maio, na sede do partido em Santarém.

“Esta nova equipa assenta num trabalho de renovação que foi feito dentro do Bloco, mas queremos dar continuidade ao trabalho que foi desenvolvido pela anterior coordenadora”, explicou Luís Luís Gomes, um dos 17 membros efectivos que compõem este órgão.

Como desafios para o novo mandato, Luís Gomes explicou que o BE vai dedicar uma atenção especial às questões da pobreza, do ataque aos direitos dos trabalhadores e do desemprego, sobretudo entre a população mais jovem e recém-licenciada tentando realizar uma marcha do emprego no distrito que percorra os concelhos mais afectados por esta realidade.

O programa da nova coordenadora, intitulado “todos juntos, pela luta toda”, é sobretudo um manifesto de acção que absorve as grandes linhas ideológicas do Bloco a nível nacional, mas os responsáveis distritais do partido frisaram a importância de voltar a eleger o deputado que perderam nas legislativas de 2011, assim como aumentar o número de votos e representantes nos órgãos do poder local.

Sobre esta questão, os novos responsáveis teceram duras críticas à proposta de reorganização administrativa do território que o governo está a tentar implementar. “Seremos sempre contra algo que quer limitar a voz dos cidadãos, seja pela extinção de freguesias ou pela diminuição dos seus direitos de participação”, frisou o responsável.

Segundo Luís Gomes, a nova comissão coordenadora abrange 70% dos concelhos do distrito de Santarém, e tem 35% de jovens e 35% de mulheres, o que lhe garante a representatividade necessária para realizar um bom trabalho.

Além de Luís Gomes, de Salvaterra de Magos, são membros efectivos deste órgão Carlos Matias (Entroncamento), Sara Cura (Abrantes), Vítor Franco (Santarém), Lia Ribeiro (Torres Novas), José Gusmão (Santarém), Paulo Mendes (Tomar), Ana Rita Filipe (Alpiarça), Francisco Colaço (Cartaxo), Paulo Marques (Almeirim), Carla Oliveira (Entroncamento), Bruno Góis (Santarém), Helder Birrento (Benavente), Patrícia Oliveira (Abrantes), Carlos Alberto Vieira (Alcanena), Rodrigo Gonçalves e Carla Rodrigues (ambos de Rio Maior).

Os nove suplentes são Rafael Gomes (Coruche), Duarte Arsénio (Chamusca), Lina Duarte (Santarém), Carlos Marecos (Santarém), Jorge Gonçalves (Tomar), Lúcia Mendes (Torres Novas), Manuel António Lopes (Abrantes), Célia Barroca (Torres Novas) e Pedro Oliveira (Salvaterra de Magos).


A cobertura da Televisão Digital Terrestre (TDT) no concelho de Mação atinge apenas os 45% da população, “a taxa mais baixa de toda a região”, motivo que levou a Câmara Municipal a mostrar o seu desagrado junto da Anacom.

Numa carta dirigida ao regulador do sector audiovisual, assinada pelo vice-presidente Vasco Estrela, o município manifesta “o seu mais profundo desagrado pela forma inconcebível” como tem sido implementada a TDT no concelho, num processo que, “logo desde o início, se revelou penalizador para a maioria da população”.

Desde o dia 7 de Maio, “a população deste concelho que adquiriu os equipamentos adequados e recomendados pelos técnicos vê-se confrontada com um apagão desde as 20 horas até meio da manhã do dia seguinte”, denuncia a Câmara, que exige “urgência” na resolução dos problemas técnicos aos quais os munícipes são alheios.

A autarquia recorda na carta que já foram feitas várias intervenções nas infra-estruturas da PT em Mação, e sempre por pressão do município, mas sem resolver o problema.

“Não podemos mais tolerar que a população seja sempre prejudicada com este processo, estando por isso dispostos a fazer valer os direitos, dentro dos enquadramentos legais, democráticos e institucionais adequados”, adianta ainda a Câmara, que diz ficar agora na expectativa da resposta da Anacom. 


“Quando partir não é dizer adeus” é o nome do post com que Francisco Moita Flores anuncia oficialmente no “Projétil” (o seu blog pessoal) a sua saída definitiva da Câmara de Santarém.

Com um texto marcadamente confessional, o autarca confirma que “se aproxima a partida”, vai-se “despedindo” sem se “despedir”, mas acaba por nunca particularizar o dia em que vai abandonar a presidência do município.

Contactado pela Rede Regional, o autarca adianta que “já há uma data concreta para a saída”, mas recusa-se a adiantar qual. “Primeiro, ainda vou de férias. Será só depois disso”, afirmou Moita Flores, que diz não ter “mais nada a acrescentar, para já” aos desabafos pessoais que publicou no blog.

O autarca confirmou, no entanto, que o vereador Ricardo Gonçalves será o presidente da Câmara em exercício até ao final deste mandato. “É, aliás, o que decorre da lei, que determina que suba a presidente o número dois da lista”, disse, acrescentando apenas que a sua sucessão tem vindo a ser preparada internamente há vários meses.

“A única coisa que posso dizer acerca deste assunto é que há questões internas que estão a ser vistas com o PSD”, disse à Rede Regional Ricardo Gonçalves, que também se recusou a adiantar mais pormenores sobre a questão.

Para sexta-feira, 11 de Maio, está agendada uma assembleia de militantes social-democratas, onde a saída de Moita Flores será um dos assuntos que vai dominar a reunião.

“Não sei como poderei dizer adeus a tanta gente que tenho no coração”, escreve Moita Flores no “Projétil”, onde afirma que está a utilizar a sua página pessoal do Facebook para deixar testemunhos e fotografias que marcam os seus sete anos à frente da autarquia scalabitana. “Entre esta página e a página do facebook visitam-me todos os dias mais de vinte mil pessoas. Muitos deles amigos, vou aqui deixando um abraço a cada um, dizendo-vos até breve e até sempre”, explica o autarca.

“São memória dos dias partilhados, dos nossos encontros, dos nossos silêncios, das nossas vitórias, que uma equipa de combate entregou a Santarém, capital da Liberdade”, adianta ainda Moita Flores, dizendo saber que “alguns se zangaram” e lamentando que outros se recusem “a ver a mudança que a cidade sofreu”.

 

Mais informação em:

"Quando partir não é dizer adeus"

Página de Francisco Moita Flores no Facebook

 

 

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