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Da esquerda à direita: os partidos políticos do Cartaxo estão unidos no apelo ao não na resposta à pergunta sobre a concessão do estacionamento na cidade a um privado, pelo prazo de 30 anos. O assunto vai a referendo local, no dia 18 de dezembro, mas, para já, tudo aponta para a vitória do não.

A maior surpresa vem do PS, partido que tem maioria absoluta no executivo camarário, e que decidiu concessionar o estacionamento a um privado. A concelhia socialista defende agora a exploração do estacionamento público pelo município, com tarifários que permitam uma eficaz e racional gestão dos lugares de estacionamento público, respeitando condições preferenciais para pessoas com deficiência/mobilidade reduzida, comércio e serviços locais, assim como para os residentes.

Na oposição, há muito que o não é a opção escolhida. O Bloco de Esquerda, partido que propôs o referendo estranha esta mudança dos socialista e fala em “estratégia política”, enquanto a CDU destaca o caricato de todos dizerem não, o que poderá desmobilizar as pessoas de irem votar. Já o PSD, que não é contra as concessões, neste caso opõe-se à entrega da gestão do estacionamento a um privado por um período que abrange sete mandatos autárquicos e que inclui todos os lugares de estacionamento disponíveis.

A pergunta a que os Cartaxeiros vão ter de responder a 18 de Dezembro é “concorda que a Câmara Municipal do Cartaxo contratualize a concessão de exploração do parque de estacionamento coberto e de mais 620 lugares de estacionamento dispersos nas ruas circundantes ao centro urbano, por um prazo de 30 anos, a uma empresa privada?”.

Para ser vinculativo, o referendo terá de ter os votos de mais de 50 por cento dos eleitores do concelho.

O director do departamento de planeamento e gestão urbanística da Câmara Municipal de Santarém, que está a ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ), pediu a sua demissão do cargo no início desta semana.

Segundo conseguimos apurar, foi António Duarte quem colocou o cargo à disposição do presidente Francisco Moita Flores, que aceitou a sua saída. Para já, a autarquia não vai designar novo substituto, disse à Rede Regional o vereador João Leite, acrescentando que “só haverá nova nomeação no início de 2012”.

O arquitecto, que chegou à autarquia scalabitana em 2007 como consultor para a área do urbanismo e assumiu a chefia do departamento em 2009 (após a saída de Dina Vieira para a vereação da Câmara de Lisboa), está a ser alvo de uma investigação por suspeitas de corrupção, abuso de poder e tráfico de influências. No passado dia 29 de Novembro, António Duarte foi detido pela PJ em sua casa, em Cascais, e cerca de 10 inspectores passaram a pente fino o seu gabinete na Câmara de Santarém, tendo recolhido informações e documento sobre vários processos de obras. O arquitecto só regressou à Câmara na segunda-feira, 5 de Dezembro, dia em que se reuniu com Moita Flores.

Apesar da investigação em curso sobre a actividade de António Duarte e não sobre a autarquia, a PJ esteve em Santarém para tentar apurar eventuais favorecimentos do arquitecto a empresários locais em processos de licenciamento que envolveram contrapartidas alegadamente ilícitas. A investigação incide também sobre a actividade profissional do arquitecto nas Câmaras de Cascais e Vila Franca de Xira, onde trabalhou antes de chegar a Santarém, e sobre o facto de ser dirigente de um centro social no norte do país.

Carlos Nestal é o novo presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista (PS) de Santarém. O advogado, que concorria pela Lista B obteve 69% dos votos, contra 31% da Lista A, liderada por Ricardo Segurado.

No conjunto das três secções do PS neste concelho (Santarém, Pernes e Vale de Santarém) votaram nas eleições realizadas a 30 de novembro, 174 militantes socialistas. Aplicando o método de Hondt, Nestal , que sucede a Pedro Pimenta Braz, elegeu 32 comissários políticos para a concelhia e segurado 13.

Na votação para os órgãos da secção do PS/Santarém (estrutura local de gestão do partido), as votações foram idênticas quer para Mesa da Assembleia quer para o Secretariado da Secção. Assim, a lista A obteve uma votação 32% (49 votos) e a lista B colheu a simpatia de 66% (98 votos) dos militantes.

Deste modo, José Cruz Marques foi eleito presidente da Mesa da Assembleia Geral de Militantes. Berta Canavarro e António Sabino Cruz foram eleitos, respetivamente como primeiro e segundo secretários desse órgão. José Raimundo Noras foi eleito secretário coordenador da Secção de Santarém. O restante secretariado eleito integra, enquanto efetivos, os militantes Catarina Campos, Renato Bento, Daniela Germano, Maria Honorata Ferreira, Virgínia Mena Esteves e Hélder Pessoa da Neves; e como suplentes os militantes: José Moreira da Silva, António Rebelo, Lígia Cruz, Tânia Jesus e Raul Violante.

Como comissários políticos foram eleitos Idália Serrão, Catarina Campos, Pedro Mena Esteves, José Raimundo Noras, Sandra Diniz, Luís Duarte, José Augusto dos Santos, Virgínia Esteves, Manuel Afonso, Renato Bento, Maria Ilda Lanceiro, Rui Barreiro, Luís Nazaré Ferreira, Maria Honorata Ferreira, Joaquim Neto, Mónica Mendonça dos Santos, Joaquim Lucas da Graça, Ezequiel Louro, Graça Faustino, Luís Batista, Eduardo Oliveira, Dúnia Palma, Alcides Francisco, Luís Leitão, Teresa Silva, José Clemente Pereira, Humberto Santos, Maria Marques Jorge, António Rebelo Pereira, Luís Justino, Ricardo Segurado, Celso Pimenta Braz, Sandra Vitorino, Tiago Preguiça, Gonçalo Martinho do Rosário, Marta Barbosa, Carlos Cristo, Pedro Portugal, Paula Canavarro, Sérgio Cardoso, Pedro Pimenta Braz, Isabel Araújo e Luís Carvalho de Almeida.

O Secretariado da Comissão Política será eleito na primeira reunião da Comissão Política Concelhia.

 

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