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António Gameiro, deputado eleito para a assembleia da república pelo partido socialista, foi eleito esta sexta-feira, 15 de Junho, presidente da Federação Distrital do PS Santarém. Gameiro sucede no cargo a Paulo Fonseca, ex-governador civil de Santarém e atual presidente da Câmara de Ourém.

A lista de António Gameiro, a única a votação, obteve 706 votos dos 761 militantes que compareceram nas eleições.

Maria da Luz Lopes foi eleita na mesma ocasião como presidente das Mulheres Socialistas do distrito.


Com um programa de espectáculos que deverá ser o mais pobre dos últimos anos, a edição de 2012 das Festas da Cidade de Almeirim arrancam sábado, 16 de Junho, marcadas pelo facto das associações e colectividades presentes no certame terem conseguido vetar a participação da padeira mais famosa do concelho, entre outros vendedores privados que lhes podiam roubar clientela.

Emília David, proprietária das famosas Caralhotas da Caldeira, que tem levado o nome de Almeirim e do seu pão típico por todo o país, é uma das que se viu impedida de explorar um ponto de venda após uma reunião entre a Câmara e as colectividades do concelho, realizada na quinta-feira, 14 de Junho. A padeira estava presente no certame desde a primeira edição.

Apesar da Câmara ser a entidade que organiza as festas, o assunto foi colocado à votação entre os interessados e decidido por voto secreto, em que 12 dos participantes votaram contra a presença de privados no recinto, quando apenas dois se pronunciaram favoravelmente, tendo ainda existido um voto em branco e um nulo.

Baseando-se nas normas do próprio regulamento das Festas da Cidade, várias colectividades e associações do concelho começaram a pressionar a autarquia para que não fosse permitida a presença dos padeiros e outros pontos de venda privados, alegando existir uma colisão de interesses económicos.

Recorde-se que as associações e colectividades encontram neste evento uma forma de angariar fundos para as suas actividades regulares, uma vez que são responsáveis pela exploração das tasquinhas de comes e bebes, sem pagar nada pela utilização do espaço, electricidade e água, entre outras despesas que são assumidas pela autarquia.

A Câmara de Almeirim, baseando-se no regulamento – que é claro ao dizer que os espaços de exploração devem ser atribuídos apenas a associações de âmbito cultural, desportivo, recreativo ou de solidariedade social sem fins lucrativos – colocou a decisão nas mãos das próprias colectividades, que vetaram a presença dos restantes.

Em declarações à Almeirinense TV, o vereador José Carlos Silva, responsável pela organização das festas, confessou que já andava a ser pressionado há vários anos para impedir a presença de agentes económicos privados que possam “roubar” negócio aos dirigentes associativos.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, os agentes privados disponibilizaram-se mesmo para pagar o seu próprio espaço, mas a posição das colectividades em eliminar a potencial concorrência foi irredutível.

Outra das novidades deste ano é o desaparecimento da mostra de actividades económicas do concelho, que costumava ser montada na Praça Francisco Henriques, junto à biblioteca municipal de Almeirim, onde se realizam as festas, entre 16 e 24 de Junho. A Câmara, pela primeira vez, pediu 160 euros a cada expositor para ajudar a suportar o aluguer dos stands, mas nenhum dos agentes económicos que costumavam marcar presença deu resposta positiva.

Os espectáculos do cartaz musical reflectem o desinvestimento que a Câmara tem feito nas festas e o momento de contenção financeira que o município atravessa.

Pelo palco vão passar Mónica Sintra, Ana e Nucha, num espectáculo a três vozes a que chamaram “Gerações” (dia 24), Ana Lains (17), Lucky Duckies (20) e uma banda de tributo aos Queen (19), entre outros. Há ainda folclore, uma revista à portuguesa e marchas populares, que este ano marcam o arranque das festas.

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) decidiu esta sexta-feira, por unanimidade, manifestar o seu desacordo com o encerramento previsto pelo governo de vários tribunais da região, nomeadamente o Tribunal do Trabalho de Abrantes e os tribunais judiciais de Alcanena, Ferreira do Zêzere e Mação.

Os autarcas da CIMT, que engloba os municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, pretendem manifestar publicamente o seu desagrado com a medida e estão a equacionar a tomada de medidas que evitem os encerramentos anunciados.

Para segunda-feira, 18 de Junho, em Alcanena, está já marcada uma marcha de pesar e protesto, que deverá contar com muitos dos autarcas da CIMT, que acreditam que esta é uma decisão meramente economicista e que vai afastar as pessoas do acesso à justiça.

Recorde-se que a proposta de reorganização do mapa judiciário prevê a extinção de 54 tribunais.

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