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Imagem de Arquivo / Ilustrativa

O presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, revelou esta segunda-feira, 9 de janeiro, que há vários meses ele e outros autarcas da região esperam, sem sucesso, que o Ministério da Saúde marque uma reunião para discutir os problemas e limitações do Hospital Distrital de Santarém (HDS).

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Na reunião do executivo municipal, Ricardo Gonçalves exigiu aos governantes que “respeitem quem é eleito” e disse ser inadmissível que nem a anterior ministra, Marta Temido, que, entretanto, apresentou a sua demissão, nem o atual responsável da pasta, Manuel Pizarro, tenham ainda marcado respondido ao pedido de vários autarcas da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo para uma conversa sobre o estado do HDS.

“Reina de forma vergonhosa o silêncio. É lamentável que ministros que são nomeados evitem reunir com os autarcas que foram eleitos pelo povo, e que querem levar até eles a voz do descontentamento e preocupação crescente pela ausência de cuidados de saúde adequados à população em geral, em diversas especialidades e serviços do HDS”, afirma Ricardo Gonçalves numa publicação entretanto efetuada na sua página de Facebook.

“Não iremos desistir de ser ouvidos, nem aceitar a normalização das falhas na área da saúde no concelho e na região”, garante o autarca, que faz questão de deixar de fora desta crítica o Conselho de Administração do HDS, nas pessoas da presidente Ana Infante, e dos administradores Paulo Sintra e João Formiga, “que ao contrário dos ministros, sempre estiveram disponíveis para dialogar e trabalhar em conjunto”.

Na reunião de câmara desta segunda-feira, o assunto do encerramento recorrente de serviços como a obstetrícia/ginecologia ou a ortopedia, foi também abordado pelo vereador do Chega, Pedro Frazão, que diz não ser compreensível nem aceitável que o que no Verão foi apresentado como encerramentos pontuais devido às férias dos profissionais se transforme na normalidade.

O autarca sugeriu mesmo que os políticos da região deviam fazer como os da Península de Setúbal, que foram à porta do Ministério da Saúde para reivindicar uma reunião que tinha sido negada pelos responsáveis do setor.

 

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